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quinta-feira, 26 de abril de 2012

NOVO LOCAL - BOTE FÉ SÃO LUIS NA PRAÇA MARIA ARAGÃO RECEBE


A grande programação do Bote Fé em São Luís, será realizada na Praça Maria Aragão, localizada no Centro Histórico de São Luís.

O evento  que estava agendado para o ginásio Castelinho, foi transferido de local devido as alegações da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (SEDEL), segundo a mesma outro evento já havia sido marcado.
A Comissão Organizadora do Bote Fé São Luís, afirma que  a mudança de local não altera em nada a programação do evento. “Estávamos preocupados com o número de participantes no Castelinho, visto que é um local fechado. Agora não temos essa preocupação, uma vez que o Bote Fé será em uma área aberta”, disse Kécio Rabelo, coordenador da Comissão.


Veja a Programação do evento aqui: http://www.botefesaoluis.com.br/programacao/ 


segunda-feira, 23 de abril de 2012

São Jorge - 23 de Abril


Conhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Santa Inês de Montepulciano

20 de Abril
 

A santa de hoje nasceu no centro da Itália, em Montepulciano, no ano de 1274. Sua família tinha muitas posses, mas possuía também o essencial para uma vida familiar feliz: o amor a Jesus Cristo.

Muito jovem, sentiu o chamado a consagrar-se totalmente ao Senhor, ingressando na família Dominicana. Uma mulher de penitência, oração, recolhimento e busca da vontade de Deus, que a fez galgar altos degraus na vida mística.

Próximo do lugar em que ela vivia, havia uma casa de prostituição, e Inês se compadecia dessas mulheres, e ofereceu penitências e orações por elas. Aquele lugar de pecado, virou lugar de oração, e muitas daquelas se converteram e algumas até entraram para a vida religiosa. Um grande milagre de Santa Inês ainda em vida.

Morreu com 43 anos de idade, e seu último conselho às suas irmãs foi: “Minhas filhas, amai-vos umas às outras porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.

Santa Inês de Montepulciano, rogai por nós!

Fonte:cancaonova.com

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Festa da Misericórdia Divina

A NOVENA À DIVINA MISERICÓRDIA
(Do DIÁRIO de santa Irmã Faustina)



Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem Angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da Minha misericórdia. Toda alma contemplará em relação a Mim, por toda a eternidade, todo o Meu amor e a Minha misericórdia. A Festa da Misericórdia saiu das Minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá a paz enquanto não se voltar à fonte da Minha misericórdia. (Diário 699)

NOVENA à Misericórdia Divina que Jesus me mandou escrever e rezar antes da Festa da Misericórdia, Começa na sexta-feira Santa. (A Festa da Misericórdia Divina acontece no primeiro domingo após a Páscoa.)


Primeiro Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e mergulha-os no oceano da Minha Misericórdia. Com isso Me consolarás na amarga tristeza em que Me afunda a perda das almas”... 

Ó Misericordioso Jesus, cujas mais sublimes prerrogativas são a Misericórdia e o Perdão, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que temos na Vossa infinita bondade; tomai-nos todos sob a proteção do Vosso Misericordioso Coração; não desprezeis ninguém. Nós vo-lo pedimos pelo Amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo na unidade da SS. Trindade. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhos da Vossa Misericórdia toda a humanidade e sobretudo os Vossos pobres filhos, cuja a única esperança é o Coração do Vosso Filho Senhor Nosso, Jesus Cristo. Pêlos méritos da Sua dolorosa Paixão derramai sobre nós a Vossa Misericórdia, afim de que glorifiquemos por todos os séculos a Vossa onipotência. Amém. Pai- Nosso, Ave Maria e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Segundo Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na Minha insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como por canais, corre para a humanidade a Minha Misericórdia”... 

Ó Misericordioso Jesus, fonte de todo bem, aumentai a Gra­ça nas almas dos Sacerdotes e Religiosos, afim de que possam cumprir com decoro e com fruto seus deveres na Vossa vinha. Fazei que eles com a palavra e com o exemplo, levem todos os homens a honrar a Vossa Misericórdia. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdiae escol daqueles que trabalham a Vossa vinha, as almas dos Sa­cerdotes, Religiosos e Religiosas, que são objetos de particular Amor de Vosso Filho e Senhor Nosso, Jesus Cristo. Ajudai-nos com a força da Vossa bênção e concedei-lhes a Vossa luz de mo­do que, repletos de zelo, guiem os fiéis no caminho da Salvação e lhes transmitam a Vossa Misericórdia. Amém! 
Pai-Nosso, Ave Maria e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Terceiro Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano de Minha Misericórdia. Estas almas consolaram-Me na Via-sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras”... 

Ó Misericordioso Jesus, Vós que espalhais sobre todos os homens as copiosas Graças contidas no tesouro da Divina Mise­ricórdia, acolhei todos os fiéis cristãos sob a proteção do Vosso Misericordioso Coração e não desprezeis nenhum. Nós vô-lo pedimos pelo Amor que vos liga ao Pai e ao Espírito Santo na unidade da Santa e Imperscrutável Trindade. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia as almas dos fiéis, e pela dolorosa Paixão do Vosso Filho, enviai-lhes a Vossa bênção! Fazei que não percam mais o Vosso Amor e o tesouro da Santa Fé, mas exaltem a Vossa Misericórdia junto com a assembléia dos Anjos e dos Santos, por toda a Eternida­de. Amém.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Quarto Dia

Intenção: “Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais pensei em Minha amarga Paixão. Seu futuro zelo consolou Meu Coração. Mergulha-os no mar de Minha Misericórdia”. 

Ó Misericordioso Jesus, que sois a luz do mundo, acolhei sob a proteção do Vosso Coração Misericordioso às almas dos pagãos e dos infiéis que ainda não Vos conhecem. Fazei que o raio da Vossa Graça os ilumine, para que conosco, também eles exaltem as maravilhas da Vossa Misericórdia por toda a Eternidade. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia as almas dos pagãos e dos infiéis que não conhecem ainda o Coração Misericordioso do Vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Iluminai-os com a luz do Vosso Santo Evangelho, para que compreendam que felicidade seja amar-vos exaltar a Vossa Misericórdia por toda a Eternidade. Amém. 
Pai-Nosso, Ave Maria e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Quinto Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e mergulha-as no mar de Minha Misericórdia. Em Minha amarga Paixão dilaceravam Meu Corpo e Meu Coração, isto é, a Minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as Minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a Minha Paixão”. 

Ó Misericordioso Jesus, Vós que sois a mesma bondade e não recusais a Vossa luz aqueles que a imploram, ponde sob a proteção do Vosso Coração Misericordioso às almas dos herejes e dos cismáticos e com a luz da Vossa Graça atrai-as ao grêmio da Santa Igreja, para que juntamente conosco exaltem a Vossa Misericórdia por toda a Eternidade. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia as almas dos herejes e dos cismáticos, que com o abuso da Vos­sa Graça perderam aquele tesouro e insistem no seu erro; não olheis a sua obstinação, mais dignai-vos recordar o Amor doVosso Filho e sua dolorosa Paixão, antes da qual Vos suplicava com tanto fervor "que todos sejam uma só cousa". Fazei que estas almas retornem ao caminho que conduz a vós e exaltem conosco a Vossa Misericórdia por toda a Eternidade. Amém.
Pai-Nosso, Ave Maria e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Sexto Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as em Minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao Meu Coração. Elas reconfortaram-Me em Minha amarga Paixão da Minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto a Meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar Minha graça; às almas humildes favoreço com Minha confiança”. 

Ó Misericordioso Jesus, Vós que dissestes: "Aprendei de mim que sou manso e humilde de Coração;" acolhei, sob a pro­teção do Vosso Misericordioso Coração as almas das crianças e as do que, mansos e humildes, se lhes assemelham. Eles flores­cem diante do Trono do Pai Celeste como coroas odoríficas que rejubilam o Céu. Fazei que estas almas permaneçam salvas no Vosso Coração exaltem a Vossa Misericórdia por toda a Eter­nidade. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia os pequeninos e todas as almas mansas e humildes que são mais semelhantes ao Vosso amado Filho e que aos pés do Vosso Tro­no, Vos rejubilam, ó Pai de Misericórdia, com o perfume de suas virtudes. Nós Vos pedimos, pela alegria que Vos proporcionam es­tas almas, abençoai-nos e ao mundo inteiro, para que possamos exaltar a Vossa Misericórdia por toda a Eternidade. Amém. 
Pai-Nosso, Ave e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Sétimo Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial Minha Misericórdia e mergulha-as em Minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais sofreram por causa da Minha Paixão e penetraram mais profundamente em Meu espírito. Elas são a imagem viva de Meu Coração compassivo. Estas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte”. 

Ó Misericordioso Jesus, o Vosso Coração cheio de compai­xão, é o próprio Amor...Acolhei sob a proteção do Vosso Cora­ção Misericordioso as almas que se dedicam à propagação da Divina Misericórdia e cujas grandezas exaltam. Assisti às almas que tiram toda a força da Graça Divina e unidas convosco, nas dores e nas provações, querem levar sobre seus frágeis ombros o enorme peso dos males que afligem a humanidade inteira. Dignai-vos cumulá-las com o dom da fortaleza, da paciência e da perseverança. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia as almas daqueles que com zelo particular adoram a Vossa Infinita Misericórdia, que com palavras e obras Vos glorificam e imitam, sendo misericordioso para com seus irmãos; concedei, Vos pedimos, a estas almas que cheias de esperanças, se voltam para Vós, a Graça sempre maior da Vossa Misericórdia, consoante a Vossa promessa de "protegê-los em toda a parte, como Vos­sa própria Glória, sempre e particularmente na hora da morte". Amém. 
Pai-Nosso, Ave e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Oitavo Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da Minha Misericórdia; que as torrentes de Meu Sangue refresquem seu ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à Minha Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro de Minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses seu tormento, incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias suas dívidas à Minha Justiça”. 

Ó Misericordioso Jesus, que dissestes: "Sede Misericordioso como é Misericordioso o meu Pai", ponde sob a proteção do Vosso Misericordioso Coração as almas do Purgató­rio! Possam as torrentes do Sangue e da Água, que correm do Vosso Misericordioso Coração, apagar as chamas do Purgató­rio, para que até lá seja louvada a infinita potência de Vossa Misericórdia. 

Oração: Eterno Pai, olhai com os olhares da Vossa Misericórdia as pobres almas do Purgatório, pela dolorosa Paixão de Nos­so Salvador e pela amargura que naquela hora encheu o seu SS.Coração, demonstrai a Vossa Misericórdia aqueles que se constrangem sob a Vossa justa cólera. Olhai, Vos pedimos, estas almas somente através das feridas do Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em que a Misericórdia- supera a justiça. Amém. 
Pai-Nosso, Ave e Glória. 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Nono Dia 

Intenção: “Hoje traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da Minha Misericórdia. Estas almas ferem mais dolorosamente Meu Coração. Foi da alma tíbia que Minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai afasta de Mim este cálice, se assim for Vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer à Minha Misericórdia”. 

Ó Misericordioso Jesus, que sois a bondade mesma, aco­lhei sob a proteção do Vosso Misericordioso Coração  todas as almas tíbias, que semelhantes a cadáveres corrompidos, Vos encheram de horror no Getsêmani. Derretei o gelo destas al­mas com o fogo do Vosso Amor, para que possam elas exaltar a Vossa Infinita Misericórdia por toda a eternidade. 

Oração : Eterno Pai, olhai com os olhos da Vossa Misericórdia as almas tíbias, que no jardim de Getsêmani arrancaram ao pie­dosíssimo Coração do Vosso Filho a dolorosa súplica: "Afas­tai de mim este cálice". Pela amarga Paixão de Vosso dueto Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, e pela Sua Agonia na Cruz, Vos pedimos as inflameis  de novo zelo pela Vossa Glória; derramai em seus corações o verdadeiro Amor, afim de que possam entregar-se às obras de Misericórdia aqui na terra, e exaltar a Vossa Misericórdia por toda eternidade no céu. Amém. 
Pai-Nosso, Ave e Glória 

TERÇO DA MISERICÓRDIA 

Santa Faustina

Fonte: Livro Sagrado Coração de Jesus -Jesus Peregrino 
             Paróquia do Sagrado Coração de Jesus

INDULGÊNCIA PLENÁRIA

NA FESTA DA MISERICÓRDIA.

DECRETO DO VATICANO.

Anexadas indulgências aos atos de culto, realizados em honra da Misericórdia Divina.

"A tua misericórdia, ó Deus, não conhece limites e é infinito o tesouro da tua bondade... (Oração depois do Hino "Te Deum") e "Ó Deus, que revelas a tua onipotência sobretudo com a misericórdia e com o perdão..." (Oração do Domingo XXVI do Tempo Comum), canta humilde e fielmente a Santa Mãe Igreja. De fato, a imensa condescendência de Deus, tanto em relação ao gênero humano no seu conjunto como ao de cada homem individualmente, resplandece de maneira especial quando pelo próprio Deus onipotente são perdoados pecados e defeitos morais e os culpados são paternalmente readmitidos na sua amizade, que merecidamente perderam.

Os fiéis com profundo afeto da alma são por isto atraídos para comemorar os mistérios do perdão divino e para os celebrar plenamente, e compreendem de maneira clara a máxima conveniência, aliás o dever de que o Povo de Deus louve com fórmulas particulares de oração a Misericórdia Divina e, ao mesmo tempo, cumpra com sentimentos de gratidão as obras pedidas e tendo cumprido as devidas condições, obtenha vantagens espirituais derivadas do Tesouro da Igreja. "O mistério pascal é o ponto culminante desta revelação e atuação da misericórdia, que é capaz de justificar o homem, e de restabelecer a justiça como realização daquele desígnio salvífico que Deus, desde o princípio, tinha querido realizar no homem e, por meio do homem, no mundo" (Carta enc. Dives in misericordia, 7).

Na realidade, a Misericórdia Divina sabe perdoar até os pecados mais graves, mas, ao fazê-lo, estimula os fiéis a conceber uma dor sobrenatural, não meramente psicológica, dos próprios pecados, de forma que, sempre com a ajuda da graça divina, formulem um firme propósito de não voltar a pecar. Tais disposições da alma obtêm efetivamente o perdão dos pecados mortais quando o fiel recebe frutuosamente o sacramento da Penitência ou se arrepende dos mesmos mediante um ato de caridade e de sofrimento perfeitos, com o propósito de retomarem o mais depressa possível a prática do próprio sacramento da Penitência: de fato, Nosso Senhor Jesus Cristo na parábola do filho pródigo ensina-nos que o pecador deve confessar a sua miséria a Deus dizendo: "Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho" (Lc 15, 18-19), admoestando que isto é obra de Deus:"estava morto e reviveu; estava perdido e encontrou-se" (Ibid., 15, 32).

Por isso, com providencial sensibilidade pastoral, o Sumo Pontífice João Paulo II, a fim de infundir profundamente na alma dos fiéis estes preceitos e ensinamentos da fé cristã, movido pela suave consideração do Pai das Misericórdias, quis que o segundo Domingo de Páscoa fosse dedicado a recordar com especial devoção estes dons da graça, atribuindo a esse Domingo a denominação de "Domingo da Misericórdia Divina" (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto Misericors et miserator, 5 de Maio de 2000).

O Evangelho do segundo Domingo de Páscoa descreve as maravilhas realizadas por Cristo Senhor no próprio dia da Ressurreição na primeira aparição pública: "Na tarde desse dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se achavam juntos, com medo dos judeus, veio Jesus pôr-Se no meio deles e disse-lhes: "A paz seja convosco". Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se os discípulos, vendo o Senhor. E Ele disse-lhes de novo: "A paz seja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós". Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: "Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 19-23).

Para fazer com que os fiéis vivam com piedade intensa esta celebração, o mesmo Sumo Pontífice estabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulgência Plenária, como será indicado a seguir, para que os fiéis possam receber mais amplamente o dom do conforto do Espírito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo e, obtendo eles mesmos o perdão de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irmãos.

Desta forma, os fiéis observaram mais perfeitamente o espírito do Evangelho, acolhendo em si a renovação ilustrada e introduzida pelo Concílio Ecumênico Vaticano II: "Lembrados das palavras do Senhor: Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros (Jo 13, 35), os cristãos não podem formular desejo mais vivo do que servir os homens do seu tempo com uma generosidade cada vez maior e mais eficaz... A vontade do Pai é que reconheçamos e amemos efetivamente Cristo nosso Irmão, em todos os homens, com a palavra e as obras" (Const. past. Gaudium et spes, 93).

Por conseguinte, o Sumo Pontífice animado pelo fervoroso desejo de favorecer o mais possível no povo cristão estes sentimentos de piedade para com a Misericórdia Divina, devido aos riquíssimos frutos espirituais que disto se podem esperar, na Audiência concedida a 13 de Junho de 2002 aos abaixo assinados Responsáveis da Penitenciaria Apostólica, dignou-se conceder-nos Indulgências nos seguintes termos:

Concede-se a Indulgência plenária nas habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice) ao fiel que no segundo Domingo de Páscoa, ou seja, da "Misericórdia Divina", em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Divina Misericórdia, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., "Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti")

Concede-se a Indulgência parcial ao fiel que, pelo menos com o coração contrito, eleve ao Senhor Jesus Misericordioso uma das invocações piedosas legitimamente aprovadas.

Também aos homens do mar, que realizam o seu dever na grande extensão do mar; aos numerosos irmãos, que os desastres da guerra, as vicissitudes políticas, a inclemência dos lugares e outras causas do gênero, afastaram da pátria; aos enfermos e a quantos os assistem e a todos os que, por uma justa causa, não podem abandonar a casa ou desempenham uma atividade que não pode ser adiada em benefício da comunidade, poderão obter a Indulgência plenária no Domingo da Divina Misericórdia, se com total detestação de qualquer pecado, como foi dito acima, e com a intenção de observar, logo que seja possível, as três habituais condições, recitem, diante de uma piedosa imagem de Nosso Senhor Jesus Misericordioso, o Pai-Nosso e o Credo, acrescentando uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., "Ó Jesus Misericordioso, Confio em Ti").

Se nem sequer isto pode ser feito, naquele mesmo dia poderão obter a Indulgência plenária todos os que se unirem com a intenção de espírito aos que praticam de maneira ordinária a obra prescrita para a Indulgência e oferecem a Deus Misericordioso uma oração e juntamente com os sofrimentos das suas enfermidades e os incômodos da própria vida, tendo também eles o propósito de cumprir logo que seja possível as três condições prescritas para a aquisição da Indulgência plenária.

Os sacerdotes, que desempenham o ministério pastoral, sobretudo os párocos, informem da maneira mais conveniente os seus fiéis desta saudável disposição da Igreja, disponham-se com espírito imediato e generoso a ouvir as suas confissões, e no Domingo da Misericórdia Divina, depois da celebração da Santa Missa ou das Vésperas, ou durante uma prática piedosa em honra da Misericórdia Divina, guiem, com a dignidade própria do rito, a recitação das orações acima indicadas: por fim, sendo "Bem-aventurados e misericordiosos, porque encontrarão misericórdia" (Mt 5, 7), ao ensinar a catequese estimulem docemente os fiéis a praticar todas as vezes que lhes for possível obras de caridade ou de misericórdia, seguindo o exemplo e o mandato de Jesus Cristo, como é indicado na segunda concessão geral do "Enchiridion Indulgentiarum".

Este Decreto tem vigor perpétuo. Não obstante qualquer disposição contrária.

Roma, Sede da Penitenciaria Apostólica, 29 de Junho de 2002, solenidade dos santos Apóstolos Pedro e Paulo.

D. Luigi de MAGISTRIS Pró-Penitenciário-Mor

Gianfranco GIROTTI, O.F.M. Conv. Regente

Fonte: www.derradeirasgracas.com

terça-feira, 10 de abril de 2012

PARABÉNS!!

Parabéns ao blog CATEQUESE COM AMOR, dois anos de catequese!!

Este Selinho é para todos aqueles que estão na caminhada de evangelização, que Cristo Ressuscitado seja sempre Luz na vida de vocês, obrigado.
 Faça uma visita e pegue o seu!

Convocação: Ação Conjunta contra a Liberação do Aborto!




CONVOCAMOS TODOS BLOGUEIROS E INTERNAUTAS CRISTÃOS, de todas as denominações religiosas, NÃO-CRISTÃOS e TODOS os defensores da vida humana, PARA DIVULGAR E PARTICIPAR DA AÇÃO CONJUNTA CONTRA A LIBERAÇÃO DO ABORTO pelos 11 ministros(as) do STF - Supremo Tribunal Federal

1 - VIGÍLIA ECUMÊNICA DE ORAÇÃO PRESENCIAL

Dias 10 e 11.04.2012 - Vigília de Oração Ecumênica em frente ao STF - Supremo Tribunal Federal (a partir das 18:00 horas do dia 10.04.2012 )

Participações de artistas: Elba Ramalho e Nael de Freitas


2 - VIGÍLIA de ORAÇÃO pela VIDA nas DIOCESES


CNBB convoca VIGÍLIA de ORAÇÃO pela VIDA em TODAS AS DIOCESES DO BRASIL

Dia 10.04.2012 a partir das 18:00 horas

3 - TWITAÇO VIGÍLIA - #abortonuncamais 

A partir das 18:00 horas do dia 10.04.2012, durante toda a noite e durante todo o dia 11.04.2012, até o término do julgamento no STF 

4- FACEBOOK E OUTRAS MÍDIAS

Direito à vida aos anencéfalos - Aborto nunca - Saúde para proteger mulher da morte Materna - CPI da VERDADE sobre o ABORTO,JÁ! 

5 - ENVIO DE EMAILS 

A partir das 9:00 horas, nos dias 10 e 11.04.2012. até o término do julgamento - envio de emails para os Ministros do STF - Emails dos ministros e TEXTOS abaixo 

EMAILS DOS MINISTROS:

mgilmar@stf.jus.br, mgilmar@stf.gov.br, 
mcelso@stf.jus.br, mcelso@stf.gov.br, 
marcoaurelio@stf.jus.br, 
gabinete-lewandowski@stf.gov.br, 
anavt@stf.gov.br, anavt@stf.jus.br, 
carlak@stf.gov.br, carlak@stf.jus.br, 
gabminjoaquim@stf.jus.br, gabcob@stf.jus.br, 
audienciacarmen@stf.jus.br, 
audienciasgilmarmendes@stf.jus.br, 
gabinete-lewandowski@stf.jus.br, 
gabineteluizfux@stf.jus.br, 
gabmtoffoli@stf.jus.br 

MODELO n. 01 de TEXTO DE EMAIL PARA OS MINISTROS 


"Exmo(a) Senhor(a) Ministro(a) do Supremo Tribunal Federal: 

1 - Não concordo com a a possibilidade do aborto de bebês anencefálicos e cujo julgamento está marcado para o dia 11 de abril.

2 - A liberação do assassinato de bebês anencéfalos não resolve a principal do problema, apontada pela medicina brasileira: a falta de ácido fólico na época da gestação. Em vez de matar os bebês, melhor será obrigar os governos a dar condição alimentar especial para as gestantes, a partir da fecundação do óvulo. 

3 - A liberação do aborto de anencéfalos fere a dignidade humana, pois o bebê apresenta de fato uma má-formação, porém ele não está em morte cerebral. Seguindo o protocolo de definição de morte cerebral para recém nascidos (que, aliás, apresenta particularidades diferentes do protocolo de adultos) não se chega à conclusão de morte encefálica, pois nenhuma técnica pode preencher as exigências legais para comprovar a morte cerebral de um feto vivo, dentro do útero. Inclusive, é de conhecimento público que a Associação Médica dos E.U.A. suspendeu a autorização de doação de órgãos nestes casos, exatamente por não ser possível diagnosticar a morte cerebral das crianças portadoras de anencefalia durante a gravidez ou depois do nascimento, pelo fato de estarem vivas. 

4- Não existe risco de morte para a gestante. O argumento de que a gestação de fetos com anencefalia é um risco de morte para a mãe não procede com a literatura da Obstetrícia clássica. Os riscos físicos e para o futuro obstétrico da mãe são menores se houver a espera do desenlace natural da gestação, com acompanhamento médico. 

5 - O aborto provocado em qualquer época da gestação é que traz sérios riscos à mãe. Não há base sólida em argumentos médicos e psicológicos para ser solicitada a liberação do aborto no caso de bebês anencefálicos. 

6 - É evidente a ingerência de interesses internacionais na liberação do aborto e no uso político das expectativas dessas mães para chegar a esse objetivo. 

7 - Por isso, solicitamos de V. Excia que vote NÃO à interrupção da gravidez de bebês com anencefalia, e SIM ao acompanhamento ALIMENTAR, MÉDICO E PSICOLÓGICO das gestantes, as grandes vítimas dessa CULTURA DA MORTE que pretendem implantar no Brasil, com a ajuda da mais Alta Corte Brasileira. 

Atenciosamente ......." 

MODELO N. 02 DE TEXTO DE EMAIL PARA OS MINISTROS: 

Excelentíssimos Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, antes de julgarem a ADPF 54 sobre o aborto dos bebês anencéfalos, peço leiam o que tenho a dizer: 

“...Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte...” 

Eu, ________________________________________________, venho por meio desta carta manifestar que sou contrário(a) ao aborto em todas as circunstancias, inclusive nos casos em que o feto é portador de anencefalia. 
A vida é o maior dom de que dispomos e não compete a ninguém o poder de tirá-la. 
Em um Estado Democrático de Direito, é preciso que seja resguardado o primeiro e mais importante Direito Fundamental, o Direito de Viver, sem o qual não se pode obter os demais direitos à saúde, educação, moradia, alimentação e lazer. 
Não pode haver justiça numa decisão que opta por retirar a vida de seres inocentes, que se encontram numa situação de tamanha fragilidade como a dos bebes anencéfalos. 
É pela vida do bebê e pelo bem-estar da mãe que lutamos. 
O Estado deve zelar pelos cuidados para com a gestante e o bebê providenciando o conforto possível e todos os cuidados paliativos cabíveis, de maneira a aliviar o sofrimento. Alan Calsavara 
Além disso, devem ser implementadas medidas preventivas (vide art. 198, inc.II da CRFB/88) no sentido de propiciar a ingestão diária de ácido fólico por parte das mulheres em idade fértil, por ser este um meio comprovadamente eficaz de prevenção às malformações do tubo neural, dentre as quais se encontra a anencefalia ou, como mais corretamente denominada meroanencefalia (ausência parcial do encéfalo). 
Defendemos que a mãe possa descobrir a importância do seu papel materno no chamado a amar seu filho, mesmo que ele esteja doente ou tenha pouca expectativa de vida. 
A vida, mesmo que breve, merece ser vivida com intensidade e amor. 
Esta é uma carta de quem ama a vida e luta para que todos tenham vida e a tenham em abundância. 

Atenciosamente, 

_____________________________________
(Assinatura)


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Oitava da Páscoa

Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a oitava da Páscoa. Poderíamos chamá-los também de “pequena oitava”, em confronto com a “grande oitava” das sete semanas, sem, contudo, querermos diminuir com isto, a sua importância. Seus primórdios, entendidos como um período celebrado com liturgia especial, remontam, no mínimo, ao começo do século IV, e mesmo até à segunda metade do século III, como é fácil de deduzir das homilias recém-descobertas de Astério Sofita sobre os salmos. Astério chama o dia da oitava de “segundo ‘oitavo dia’”.


A liturgia desta oitava era marcada não só pelo mistério pascal, como também pela consideração para com os neobatizados que durante as celebrações diárias da eucaristia eram introduzidos mais profundamente nos mistérios dos sacramentos da iniciação, recebidos na noite da Páscoa. As homilias pascais de Astério, já mencionadas, podem ser apontadas como o exemplo mais antigo de tais “catequeses mistagógicas” de que temos conhecimento. As mais famosas, entretanto, são as cinco catequeses de Cirilo (João?), bispo de Jerusalém, da segunda metade do século IV, e os escritos “De mysteriis” (Sobre os mistérios) e “De sacramentis” (Sobre os sacramentos), da autoria de Ambrósio. Segundo Agostinho, a oitava da Páscoa é uma “ecclesiae consensio”, um costume unânime da Igreja, tão antigo quanto a Quadragesis (a Quaresma). Os fiéis deviam suspender seus trabalhos nesses dias, e tomar parte nas cerimônias diárias.

Esta semana era chamada antigamente também “semana branca” ou “semana das vestes brancas”. No Oriente é conhecida também como semana da renovação. Inicialmente ela só terminava no domingo, o qual, por isso, tinha o nome de domingo das vestes brancas (domingo in albis). A partir do século VII, as vestes brancas dos neófitos eram depostas já no sábado, em conseqüência da antecipação da celebração da noite pascal para o Sábado Santo.

Os cânticos de entrada da oitava de Páscoa da liturgia romana, executados pelo coro à entrada dos neófitos em vestes brancas, eram enfaticamente sintonizados com a presença dos recém-batizados e proclamavam a salvação por eles recebida. Assim lemos (ainda hoje) na segunda-feira: “O Senhor vos introduziu na terra onde correm leite e mel: e sua lei esteja sempre em vossos lábios, aleluia!”; na terça-feira: “Deu-lhes a água da sabedoria, tornou-se a sua força...”; na quarta-feira: “Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino...”; na quinta-feira: “Senhor, todos louvaram, unânimes, a vossa mão vitoriosa...”; na sexta-feira: “O Senhor conduziu o seu povo na esperança e recobriu com o mar seus inimigos”; no sábado: “O Senhor fez seu povo sair com grande júbilo; com gritos de alegria, os seus eleitos, aleluia!”; e por fim, no domingo branco (domingo in albis): “Como crianças, recém-nascidas, desejai o puro leite espiritual para crescerdes na salvação, aleluia!


Adolf Adam
(in O Ano Litúrgico, Paulinas, 1982, pag. 86-87)

Sermão das Sete Palavras

Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte.



 
 "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"


No auge do sofrimento, Cristo não perde a dimensão da fragilidade do ser humano e implora o perdão pra nossas culpas. Seu sangue derramado na cruz nos torna limpos para voltar à casa paterna. Mas somos também capazes de perdoar a nós mesmos e aos outros? Quando oramos: "Perdoai-nos, assim como perdoamos", sabemos o que pedimos? Aceitamo-nos incondicionalmente como somos e nos respeitamos? Quem não perdoa a si mesmo não perdoa a ninguém mais. Quem não se aceita não aceita aos outros. Pois para isso é necessário que se reconheça as próprias dificuldades e limitações, esforçando-se para se corrigir. E, dessa mesma forma, agir sempre com os outros.


"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso". 



Sentindo dores, o homem crucificado ao lado de Jesus não o insultou como os demais. Ao contrário, pediu e recebeu o seu perdão incondicional e imediato. Cristo não lhe prometeu o paraíso para depois. Tampouco lhe falou de novas vidas ou de reencarnações. "Hoje mesmo" - afirmou Jesus! E quantos de nós desacreditamos nessa misericórdia divina, acreditando que somente nosso esforço, nesta e em outras vidas, nos tornará dignos de voltar ao Pai.


"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"

Apesar de todas as nossas infidelidades, ele não nos deixou órfãos: deu a sua própria mãe como nossa mãe. Mas seremos dignos de ser filhos daquela que disse o sim, totalmente incondicional, quando convidada a ser parte essencial do plano de Deus para nos salvar? Seremos nós também capazes de dar esse sim incondicional e, em cad atividade, testemunhar o Evangelho sem timidez? Não fomos feitos filhos adotivos de Maria e, por conseqüência, irmãos de Jesus Cristo, apenas para nos vangloriarmos de ser cristãos, sacerdotes ou ministros extraordinários da Igreja. Somente tomando consciência disso, ouviremos de Jesus: "Filho, eis aí tua mãe!

"Tenho Sede!" 

Jesus teve sede mas, ao invés de água, deram-lhe vinagre. Também para nós Jesus vive a dizer: "Tenho sede! Tenho sede de homens e mulheres, adultos e jovens, que caminhem comigo. Que não tenham medo de correr riscos, que não se apeguem a títulos, cargos e aos bens transitórios deste mundo. Que estejam dispostos a levar a boa nova a todas as criaturas. Tenho sede de justiça e de trabalho para todos, pois afinal meu Pai não criou o mundo só para alguns, mas indistintamente para todos. Tenho sede de pessoas que não aceitem o erro, porque é muito difícil combatê-lo. Tenho sede de ver a humanidade inteira totalmente feliz! Saciem pois essa minha sede, e a minha redenção pela cruz estará plenamente realizada!"

"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?" 


Teria Deus abandonando seu Filho na cruz? Certamente que não. Contudo, a natureza humana de Jesus sofria tanto que ele sentiu falta do carinho de seu e nosso Pai. Quantas vezes nós também gritamos a mesma coisa, porém sem qualquer convicção de que Deus nos escuta. Quantas vezes passamos meses e anos esquecidos de Deus, nunca nos lembrando de conversar com ele, agradecendo tudo o que dele recebemos. Mas, quando nos sobrevém qualquer sofrimento e a dor nos atinge, gritamos revoltados: "Por que nos abandonastes?" Mas não é ele quem nos abandona: nós é que o abandonamos. E, de repente, queremos atribuir a ele todos os sofrimentos que nós mesmos criamos, para nós e para os outros. Fazemos de nossa relação com Deus uma transação comercial: "Eu lhe dou esmolas e orações apressadas, em compensação quero receber tudo aquilo que penso ter direito. E, se não recebo o que quero, protesto: "Por que me abandonaste?"


"Tudo está consumado!" 

Jesus Cristo olha, do alto da cruz, o novo mundo que começa: a humanidade recebe, em letras de lágrimas, suor e sangue, e sua quitação por todas as dívidas assumidas. Mas estará tudo consumado para cada um de nós em particular? Será que nada mais tenho a fazer? Posso me esquecer de Cristo não permanece morto, que ele ressuscitou e está presente em cada ser humano? Posso entrar num aposentadoria espiritual, nada mais fazendo porque Cristo já fez tudo por nós? Jesus consumou sua obra redentora na cruz. Mas foi exatamente ali que começou a nossa obra pessoal, como redimidos e discípulos de Cristo. Tudo estará consumado quando conseguirmos expulsar deste mundo o egoísmo, a ambição, o desamor, a miséria e a falta de oportunidade para todos.


"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!" 





Chega ao final a agonia da cruz, Cristo entrega-se totalmente nas mãos do Pai. Um dia, ao entregarmos também nossos espírito nas mãos do Pai, com certeza ele não nos perguntará pelas grandes obras que fizemos, mas pelas pequeninas coisas que deixamos de fazer. Voltar ao Calvário é redirecionar nossa vida. É tomar a decisão corajosa de entregar ao Pai não somente nosso espírito, mas nossas mãos, nosso coração, nossa mente e toda a nossa vida. Com certeza, ele já está de braços abertos a nossa espera. Como o pai do filho pródigo. Basta que nos lancemos neles, com total amor e confiança.







Mensagem





Aprendendo com Jesus aos 12 anos

Aprenderemos com Jesus ainda aos 12 anos, algumas dicas de como conduzir um encontro de catequese. Um de nossos desafios na catequese hoje é desvincular o encontro de catequese de uma aula. Ouvimos muito esse termo: “descolarização da catequese”. Para isso, precisamos trabalhar em nós certos vícios que trazemos em nossa bagagem.


A partir do momento em que mudamos de mentalidade, aos poucos vamos deixando de fazer algumas coisas. Jesus escutava e também fazia perguntas. O catequista pode melhorar seu fazer catequético, quando escuta seus catequizandos. Que tal, perguntar a eles: “Na sua opinião, em que nossa catequese, nossos encontros, assemelha-se à escola? Com certeza vão dizer e a partir daí, podemos ir corrigindo na prática, aquilo que sabemos na teoria: catequese não é aula, catequista não é professor, catequizando não é aluno. Essas coisinhas que estamos cansados de ouvir, mas, na hora de colocar isso em prática, não é anda fácil. 

Dia desses, ouvi de um jovem: “Eu não fiquei na Crisma, porque você acha que eu ia ficar fazendo aquele monte de atividade de casa?” Claro, que tem muita coisa envolvida, mas foi o que ele usou de argumento, que a catequista o enchia de lição de casa. Enfim, ele tem “consciência” de que precisa do sacramento “para se casar” e ainda brincou com a mãe: “ Já que você trabalha na Igreja, você bem que podia descolar um comprovante de crisma...” Escutando aquilo, fiquei triste, mas o momento não era para uma catequese, porém ficou confirmado a urgência de se trabalhar o Conceito do que é CATEQUESE. 

Quando ouvimos que a catequese de nossos tempos precisa de um outro tipo de catequista, não se trata de descartar ninguém, mas somos convidados a perceber os sinais dos tempos. Os gritos são nítidos. E Jesus nos dizendo: “Quem tem ouvidos, ouçam!” Enfim, precisamos rever, renovar, nos adequar. E a pedagogia de Jesus aos 12 anos, nos dá grandes lições.

O catequista senta-se ao lado, no meio, escuta, favorece a participação. O catequista é a ponte que facilita o encontro com a PESSOA de Jesus. 

Partilho com vocês um material extraído do caderno temático Ano 2000, páginas 30 e 31 - O ENCONTRO DE CATEQUESE, DA EDITORA VOZES, DE MARILAC LORAINE R OLENIKI E LÉO MARCELO DE MACHADO.


"Três dias depois, encontraram o menino no Templo. Estava SENTADO no meio dos Doutores, ESCUTANDO e FAZENDO perguntas". (LC 2,46)

1ª lição.: - SENTADO 

Quando sentamos, igualamo-nos aos nossos catequizandos. Estamos no mesmo nível. Isso nos ajuda a perceber que na verdade, não existe “mestre”, mas sim discípulos, que juntos assumem a missão. O catequista, à medida que se integra ao seu grupo, também é catequizado e proporciona um crescimento integral para os seus catequizandos.

2ª lição.: NO MEIO DOS DOUTORES

Estar no meio deles é poder conhecer as diferentes realidades dos catequizandos. Isso começa com o que menos gostam até o que mais admiram. Poderíamos nos questionar:

- Quais são as alegrias e tristezas de nossos catequizandos

- O que eles pensam da catequese? (Não o que você, catequista, acha, mas o que verbalmente o seu catequizando expressa.)

- O que os traz para a catequese?

Estar no meio não é apenas conhecer a realidade, mas a partir dela apresentar a mensagem, e vivenciar esta mensagem no ambiente do encontro.

3ª lição.: ESCUTANDO E FAZENDO PERGUNTAS

Jesus prefere escutar para entender qual é o pensamento dos doutores da lei. Quer saber como interpretam a Palavra de Deus para depois questioná-los, fazer perguntas e começar o encontro.

E por toda essa pedagogia catequética muitos o admiram (cf.LC 2,46-47)

Escutar significa aprender a viver e conviver com as diversas realidades humanas.

A postura acolhedora do catequista, durante o encontro, favorece ao catequizando a oportunidade para esclarecer dúvidas, corrigindo preconceitos e concepções erradas sobre a Igreja, a catequese e a compreensão de Deus e de mundo, que ele tenha.


O catequista preparado, não apenas intelectualmente, mas experiente na vivência de sua fé, saberá durante os encontros:

- Envolver a todos, conquistando a confiança;

- Lidar com as diferenças de opiniões;

- Não valorizar apenas quem lhe é mais simpático;

- Dividir o tempo, sem reduzir as manifestações do grupo;

- Controlar suas emoções e as do grupo (impulsos, ansiedades, medos, raiva, vergonha)

- Conduzir o grupo a uma convivência serena e fraterna;

FAVORECER A PARTICIPAÇÃO

É durante o encontro que o catequista tem a possibilidade de pôr em prática o jeito de Jesus catequizar, trabalhando com os catequizandos enquanto grupo e atento à formação pessoal de cada um, por meio do amor gratuito e de uma comunicação sincera, que provém do coração.


Por Imaculada Cintra


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Cartão de Páscoa




Sexta Feira Santa

Reflexão para a Sexta-feira Santa!

Rezar a Paixão do Senhor é segui-lo no seu esvaziamento por amor ao mundo, aos homens. O Senhor está sozinho em sua luta pela salvação do mundo. Ele dará o sim ao Pai, um sim total e definitivo em nome de toda a Humanidade.

Após a Ceia o Senhor se retira para rezar com seus discípulos, mas eles dormem. Jesus sente a solidão. É difícil ficar só. Ele volta três vezes ao grupo, mas os discípulos dormem. Diante do Senhor o universo do pecado, do desconhecimento do amor divino, do menosprezo do carinho de Deus.

Jesus sente o peso dos pecados de todos os homens. Sente o peso da natureza humana em ruptura com o Pai, submetida ao “Príncipe das Trevas”.

É a hora da opção, da escolha definitiva. Ele sendo o “SIM DO PAI” deve ratificar sua missão.

Até em sua carne repercute o drama de sua escolha a ponto de suar sangue. 

“Minha alma está triste até a morte”. Jesus é tentado a largar tudo, a renunciar. Ele diz: “Pai, afasta de mim este cálice”!Contudo esse grito de dor, já é demonstração de confiança e também já é uma aceitação.

Pai, não o que eu quero, mas o que Tu queres!

E nós, como vivemos os momentos duros de paixão, de solidão?
Sejamos humildes como Jesus foi humilde...
Ele, o filho de Deus pede e aceita o reconforto do Anjo... Sinal do amor do Pai.
Não nos espantemos de oscilar daqui, dali e de repetir sempre as mesmas palavras...

Jesus vai-e-vem, busca apoio e a ele renuncia.
Diz sempre as mesmas palavras... O AMOR SEM PALAVRAS.....
Apesar de sua agonia, Jesus pensa nos outros, em seus Apóstolos: Rezai para não entrardes em tentação”.


Alma de Cristo, santificai-me
Corpo de Cristo, salvai-me
Sangue de Cristo, inebriai-me
Água do lado de Cristo, purificai-me
Paixão de Cristo, confortai-me
Ó Bom Jesus, ouvi-me
Dentro de vossas Santas Chagas, escondei-me
Não permitais que me separe de vós.
Na hora da morte chamai-me e
mandai-me ir para vós. Amém
Unidos na oração,

Irmã Analice Rocha Amorim - ASCJ -
Coordenadora do GFASC/SP

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Música



Encontrei-me com Jesus num jardim
Nunca vi nada tão lindo assim
Minhas dores entreguei em suas mãos!
E Jesus foi falando pra mim

Das feridas que eu recebi não saíram sangue nem dor
Foi por isso que o mal eu venci
Porque delas só saía amor foi sempre o meu amor!

Foi por você que eu me deixei ser tão chagado e ferido
Por isso sinta-se amado e querido
Pois é o meu amor que cura sua dor

Foi por você que na cruz meu sangue foi derramado
Por isso sinta-se querido e amado
Pois é o meu amor que cura sua dor que cura sua dor!

Então Jesus pediu-me assim
Que as mágoas que estivessem em mim
Que delas não saíssem mais dor.
Que de hoje em diante só saísse amor.

Que seja sempre assim!!!!

Foi por você que eu me deixei ser tão chagado e ferido
Por isso sinta-se amado e querido
Pois é o meu amor que cura sua dor

Foi por você que na cruz meu sangue foi derramado
Por isso sinta-se querido e amado
Pois é o meu amor que cura sua dor que cura sua dor!

O meu amor que cura sua dor!


São Vicente Ferrer

5 de Abril

Nascido na Espanha em 1350, viveu em tempos difíceis pois, por influência política, havia um cisma na Igreja do Ocidente: por Cardeais foi declarada inválida a eleição de Urbano VI como Papa, e foi escolhido Roberto de Genebra que tomou o nome de Clemente VII. As coroas ibéricas procuraram manter-se neutras entre os dois Papas, mas o de Avinhão esforçou-se por conquistar a obediência delas e mandou como seu legado o Cardeal Pedro de Luna. Este procurou o apoio de Vicente, que lho deu em boa fé e escreveu um tratado sobre o cisma. 

São Vicente acompanhou o mesmo legado nalgumas viagens por esses reinos, regressando depois ao ensino e à pregação em Valência. Pouco depois, volta Pedro de Luna a Avinhão e sucede a Clemente VII como Papa, tomando o nome de Bento XIII. E é reclamada a presença de Vicente em Avinhão, onde passa uns anos.

São Vicente Ferrer foi um santo religioso dominicano, grande pregador e fiel ao carisma. Ele pregava sobre a segunda vinda de Jesus, o Juízo Final, mas de uma maneira que provocava uma conversão nas pessoas. Sua pregação, Deus a confirmava com sinais, milagres e conversões.

Um homem de penitência, da verdade, da esperança, que semeava a unidade e essa expectativa do Senhor que voltará.

Vicente pôde contribuir para a eleição do Papa e pôde deixar bem claro, pela sua vida, que a Palavra de Deus precisa ser anunciada com o espírito e com uma vida a serviço da verdade e da Igreja.

São Vicente Ferrer, rogai por nós!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Lembrancinhas da Páscoa !

Chocolates
Agarradinho


Latinas recicladas





Sacolinha de Tecido ou TNT

Molde da sacolinha


Santo Isidoro


4 de Abril

O santo de hoje é resultado de uma família de santos, gente que buscou a vontade de Deus em tudo.

Nasceu na Espanha no ano de 560, perdeu os pais muito cedo e ficou aos cuidados dos irmãos que, recebendo dos pais uma ótima formação cristã, puderam introduzir o pequeno Isidoro a este relacionamento com Deus.

Ele se deparou com muitos limites, por exemplo, nos estudos. E fugia desse compromisso.

No entanto, com a graça divina e o esforço humano, ele transcendeu e retomou os estudos, tornando-se um dos homens mais cultos, versados e reconhecido pela Igreja como doutor.

Santo Isidoro foi um homem humilde, de oração e penitência, que buscava a salvação das almas, a edificação das pessoas.

Com o falecimento de um irmão seu, foi eleito bispo em Sevilha, consumindo-se de amor a Cristo, no povo. 

Santo Isidoro, rogai por nós!

terça-feira, 3 de abril de 2012

São Ricardo

3 de Abril


Com alegria contemplamos a vida de santidade do nosso irmão da fé São Ricardo, que hoje brilha no Céu como intercessor de todos os irmãos que peregrinam na Igreja terrestre. 

Nascido em 1197, era pobre, teve dificuldade de estudar e perdeu muito cedo seus pais. 

No seu tempo, Ricardo começou a ver a ignorância e superstição; ambição dos nobres; luxo do clero; regalismo do trono e decadência da vida monástica. Diante de sua realidade, não se entregou a murmurações e desânimos, mas como professor e reitor da Universidade de Oxford decidiu-se pela santidade, a fim de ser instrumento de renovação da Igreja na Inglaterra. 

Unido aos frades franciscanos e dominicanos, Ricardo fez de tudo, - como leigo, sacerdote e bispo ordenado pelo Papa - para reverter a resistência do rei que não queria a sua ordenação e, de toda situação triste que acabava atingindo duramente o povo. São Ricardo, até entrar na Casa do Pai com 56 anos, por dois anos coordenou sua diocese clandestinamente, visitando pobres, doentes e fazendo de tudo para evangelizar e ajudar na santificação dos mosteiros, clero e nobres ingleses, isto principalmente depois que o rei se dobrou sob ameaça de excomunhão do Papa.

São Ricardo, rogai por nós! 


segunda-feira, 2 de abril de 2012

São Francisco de Paula


2 de Abril
Nasceu na cidade de Paula, na Calábria, em 1416. Recebeu este nome devido a devoção de seus pais a São Francisco de Assis. Em sinal de gratidão a uma cura recebida por intercessão do santo, viveu um tempo num convento franciscano.

Amor a Deus e ao próximo marcaram sua história, e seu lema pessoal era a caridade.

Depois de sair do convento, foi em peregrinação com seus pais para Roma, e ali descobriu seu chamado à vida eremítica. Ficou na Itália, em uma região distante, dedicando-se à vida de oração e penitência. Um homem da caridade, em comunhão com as dores da humanidade e da Igreja.

Muitos descobriram sua santidade e iam até ele pedir conselhos. Alguns desses descobriam sua vocação e permaneciam. Com isso, Francisco de Paula fundou uma ordem eremítica (Ordem dos Mínimos), que tinha como lema a caridade.


São Francisco de Paula, rogai por nós!

Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.