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sexta-feira, 16 de maio de 2014

A obediência: O mais belo título de glória de Maria



Nossa Senhora mereceu mais por sua obediência do que pelo fato de ser a Mãe de Deus. Quem nos ensina esta verdade é o próprio Cristo Jesus, conforme se vê neste artigo da revista católica francesa "L'Ami du Clergé".

Certo dia em que Jesus tinha curado um possesso, os fariseus O acusaram de fazer milagres em nome de Belzebu. O Divino Salvador estava rebatendo vitoriosamente essa odiosa calúnia quando de repente, no meio da multidão, uma mulher disse em alta voz: "Bem-aventurado o ventre que Te trouxe, e os peitos que Te amamentaram". Jesus, porém, retrucou: "Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lc 11, 27-28). Nessa resposta, de fato, Nosso Senhor proclamou para todas as gerações que a Virgem Maria seria glorificada não tanto por seus privilégios e sua dignidade de Mãe de Deus, quanto por haver ouvido e praticado integralmente a palavra e as ordens de Deus.


Ter tomado como lei a vontade divina e cumprido com fidelidade e à custa de todos os sacrifícios os desígnios do Pai Celeste, eis - como disse Santo Agostinho - o mais belo título de glória de Maria.

A desobediência de Eva, a obediência de Maria

A desobediência da primeira Eva introduziu no mundo o pecado e a morte, e foi a obediência de Maria, a segunda Eva, que restituiu aos filhos dos homens a vida eterna e a salvação.

Analisemos esta afirmação. No solene momento do cumprimento das promessas messiânicas, Deus deitou um olhar de complacência sobre a humilde Virgem de Nazaré e, nos segredos de sua infinita misericórdia, escolheu- A para ser Mãe do Verbo Eterno, confiando ao Anjo Gabriel a delicada missão de Lhe comunicar sua vontade.


foto internet


No Paraíso Terrestre, o próprio Deus fez à primeira Eva uma proibição expressa, com a ameaça de uma terrível sanção: "Não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque, em qualquer dia que comeres dele, morrerás indubitavelmente" (Gn 2, 17). Contudo, a infortunada mãe dos homens desobedeceu a seu Criador.

A Maria, pelo contrário, por seu mensageiro celeste, Deus Se limita a exprimir um desejo do qual Ela poderia eximir-Se sem incorrer em sua maldição: "Achaste graça diante de Deus; eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho, a Quem colocarás o nome de Jesus" (Lc 1, 30-31). Ora, se vemos a doce Virgem ficar atônita por um instante, não é pela hesitação diante da vontade de Deus, pois somente sua incomparável humildade e delicada pureza A fazem temer a insigne honra da maternidade divina.

Ó Virgem bendita, apressai-Vos em responder à voz de Deus! A terra, o próprio Céu, estão ansiosos, esperando a palavra de salvação que deve brotar de vossos lábios. Deixai de temer, ó prisioneiros da morte e do pecado! Maria obedeceu e, inclinando- Se num ato de adoração e de amor, disse: "Fiat mihi secundum verbum tuum". "Faça-se em Mim segundo a vossa palavra" (Lc 1, 38). E então, o Verbo Se encarnou e a salvação habitou entre nós.

A obediência de Maria em Belém

A obediência de Maria inspirou a concepção do Verbo de Deus; a obediência de Maria presidirá também ao nascimento do Salvador dos homens. a voz de Deus Jesus, de novo fala
No quadragésimo dia após o nascimento de a Maria e A convida a Se purificar no Templo. Mas, como essa lei poderia atingir a Virgem Imaculada, cuja maternidade milagrosa não tinha qualquer resquício da mancha original? Pouco importa! Deus falou, Maria obedece e Se junta às outras mães, para compartilhar a humilhação. "Fiat mihi secundum verbum tuum".

Ei-La, enfim, na paz de Nazaré. Maria poderá livremente prodigalizar a seu Divino Filho todas as efusões de sua ternura. Infelizmente, não! Aparece novamente o Anjo do Senhor e comunica a ordem de partir para o Egito. Um cruel tirano, Herodes, tramou a morte de Jesus. É o exílio, com suas incertezas e seus perigos. Maria, entretanto, não cessa de obedecer: repetindo seu "Fiat", Ela aperta a seu coração angustiado o doce Salvador do mundo e foge a toda pressa para a terra do Egito.

A obediência de Maria na Paixão

Passaram-se os anos, Jesus entrou em sua vida pública. Ele disse adeus à sua Mãe e partiu à conquista das almas. Maria fica sozinha, desolada e temerosa, mas sempre obediente e fiel.

Isso, porém, não basta. Um dia Deus Lhe diz: "Toma teu Filho único, que tanto amas, e oferece-O a Mim em holocausto" (cfr. Gn 22, 2). No alto sangrento do Calvário ergue-se a Cruz, o altar do sacrifício. Deus falou, é preciso que Jesus, o inocente Filho de Maria, derrame seu sangue pela redenção do mundo. Ah! Desta vez ouviremos subir do Coração de Maria, de seu Coração de Mãe, um grito de revolta? Não. Maria permanece de pé junto à Cruz e, enquanto Jesus geme em amargo pranto, Ela cala-Se, com o coração transpassado de dor, e derrama em silêncio lágrimas de sangue. Inclinando a cabeça, Jesus expira, obedecendo até a morte de cruz, e ao mesmo tempo Maria, obediente e resignada, inclina também sua cabeça sobre seu coração quebrantado.

Ó heróica obediência de nossa Mãe, que exemplo e que lição destes aos cristãos de todos os séculos!

Maria desce lentamente os patamares do Calvário, de seu Calvário, e, toda mergulhada em dor, apóia-Se no braço de São João que será doravante seu arrimo, porque Jesus não mais ali estava. E, longe desse Filho tão amado, o coração da Virgem Santa consome- Se em mortais desgostos, mas Ela permanece sempre resignada, sempre submissa à vontade divina.

Logo depois Deus fala novamente a Maria e Lhe dá a conhecer sua última vontade: também Ela deve morrer. Entretanto, Ela é inocente, e sua Imaculada Conceição isentou-A dessa dívida do pecado original que se paga com a morte. Maria não reclama: ouvindo a voz de Deus, obedece sem demora, e a morte vem fazer-Lhe sua visita. A Virgem Santa fecha docemente os olhos e expira, como seu Divino Filho, obediente até a morte: "Obediens usque ad mortem" (Fl 2, 8).

Imitemos o "Fiat" de Maria

Meus irmãos, diante desse corpo mártir da obediência, recolhamo-nos e escutemos a voz que sobe do sepulcro de Maria. Entendeis como Ela proclama o grande preceito da obediência?

Também a nós, cristãos, Deus fala com freqüência, às vezes pelos preceitos, às vezes pelos conselhos, seja diretamente, seja por intermédio de seu anjo, a Santa Igreja. A exemplo de Maria, obedeçamos generosamente, respeitemos a Lei de Deus e a da Igreja, dizendo de todo coração nosso "Fiat".

Por vezes a Providência nos impõe, a nós também, as privações da Gruta de Belém. Não nos revoltemos, mas sejamosobedientes na pobreza e no sacrifício. Felizes sois vós, ó deserdados deste mundo, que partilhais com vosso Salvador e a Virgem Bendita a penúria de Belém! Resignai-vos e bendizei Jesus, bendizei Maria, que vos associam à sua pobreza!
Inocente e concebida sem pecado original, Maria obedece sem demora 
à voz de Deus, e a morte vem fazer-Lhe sua visita (detalhe da Anunciação, 
por Beato Fra Angélico, Museu do Prado, Madri) 

Mesmo, porém, que não participemos todos do despojamento de Belém, a todos nós Deus ordena ir ao Templo purificar-nos de nossos pecados. Em certos dias, a voz de Deus se mostra mais premente, sobretudo na Páscoa e nas outras grandes festas do ano litúrgico. Ah! se ouvirmos agora a voz de Deus, não endureçamos nosso coração, mas, com humildade e obediência, aproximemo-nos dos sacramentos da salvação.

Reiteradas vezes Deus nos envia seu anjo para nos mandar deixar o pecado, inimigo declarado de nossa alma, e fugir de suas funestas ocasiões. Aí, é necessário "entrarmos no Egito", isto é, na oração e na penitência, terra de salvação.

Às vezes a vontade de Deus vai ainda mais longe: convida-nos a subir o Calvário e ficar junto da Mãe Dolorosa, aos pés da Cruz. Ali, sobretudo, saibamos obedecer! Choremos com Maria. As lágrimas são muito naturais para não serem abençoadas por Deus. Resignemo-nos e inclinemos nosso coração na adoração e na esperança.

Por fim, um dia Deus nos falará pela última vez e nos enviará o anjo da morte. Não nos revoltemos, mas, com Maria, sejamos corajosos e obedientes, e entreguemos docemente nossa alma nas mãos de nosso Deus: In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum - Em vossas mãos, Senhor, entrego meu espírito.


(Publicado originariamente em "L'Ami du Clergé Paroissial", 1905, pp. 529-530)



terça-feira, 13 de maio de 2014

História das Aparições





A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos. 

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, we viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco. 

A Senhora disse aos três pastorezinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém. 

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe
novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, No cononvento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.

  Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril  e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes,  por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência. 

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões.


As aparições em Fátima (memórias da Ir. Lucia)
13 de Maio de 1917

13 de Junho de 1917

13 de Julho de 1917

13 de Agosto de 1917

13 de Setembro de 1917

13 de Outubro de 1917
















domingo, 11 de maio de 2014

Feliz Dia das Mães


"Às vezes, as palavras se perdem na expressão da palavra Mãe. Nenhum dicionário definirá a magia do seu significado e, em todos os idiomas, traduz o mesmo sentimento: ser mãe." (Autor desconhecido)

PARABÉNS A TODAS AS MÃES



sábado, 10 de maio de 2014

Dogmas






A Assunção 

O dogma da Assunção se refere a que a Mãe de Deus, ao cabo de sua vida terrena foi elevada em corpo e alma à glória celestial. 

Este dogma foi proclamado pelo Papa Pio XII, no dia 1 de novembro de 1950, na Constituição Munificentissimus Deus: 

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e con a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”. 

Agora bem, Porquê é importante que os católicos recordemos e aprofundemos no Dogma da Assunção da Santíssima Virgem Maria ao Céu? 

O Novo Catecismo da Igreja Católica responde à esta interrogação: 

“A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”(966). 

A importância da Assunção para nós, homens e mulheres do começo do Terceiro Milênio da Era Cristã, radica na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e nossa. A presença de Maria, mulher da nossa raça, ser humano como nós, quem se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, é isso: uma antecipação da nossa própria ressurreição. Mais ainda, a Assunção de Maria em corpo e alma ao céu é um dogma da nossa fé católica, expressamente definido pelo Papa Pio XII pronunciando-se “ex-cathedra”. E… Quê é um Dogma? 

Posto nos termos mais simples, Dogma é uma verdade de Fé, revelada por Deus (na Sagrada Escritura ou contida na Tradição), e que também é proposta pela Igreja como realmente revelada por Deus. 

Neste caso se diz que o Papa fala “ex-cathedra”, quer dizer, que fala e determina algo em virtude da autoridade suprema que tem como Vigário de Cristo e Cabeça Visível da Igreja, Mestre Supremo da Fé, com intenção de propor um assunto como crença obrigatória dos fiéis católicos. 

O Novo Catecismo da Igreja Católica (966) nos explica assim, citando a Lumen Gneitium 59, que à sua vez cita a Bula da Proclamação do dogma: 

“Finalmente a Virgem Imaculada, preservada livre de toda macha de pecado original, terminado o curso da sua vida terrena foi levada à glória do Céu e elevada ao trobno do Senhor como Rainha do Universo, para ser conformada mais plenamente a Seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da mrote”. 

E o Papa João Paulo II, em uma das suas catequeses sobre a Assunção, explica isto mesmo nos seguintes termos: 

“O dogma da Assunção, afirma que o corpo de Maria foi glorificado depois de sua morte. Com efeito, enquanto para os demais homens a ressurreição dos corpos ocorrerá no fim do mundo, para Maria a glorificação do seu corpo se antecipou por singular previlégio” (JPII, 2- Julho-97). 

“Contemplando o mistério da Assunção da Virgem, é possível compreender o plano da Providência Divina com respeito a humanidade: depois de Crsito, Verbo Encarnado, Maria é a primeria criatura humana que realizou o ideal escatológico, antecipando a plenitude da felicidade prometida aos eleitos mediante a ressurreição dos corpos” (JPII, Audiência Geral do 9-julho-97). Continua o Papa: “Maria Santíssima nos mostra o destino final dos que ‘escutam a Palavra de Deus e a cumprem’(Lc. 11,28). Nos estimula a elevar nosso olhar às alturas onde se encontra Cristo, sentado à direita do Pai, e onde também está a humilde escrava de Nazaré, já na glória celestial”(JPII, 15-agosto-97). longe de diminuir consagrou a integridade virginal” de sua mãe. A liturgia da Igreja celebra a Maria como a ‘Aeiparthenos’ a ‘sempre-virgem’.” (499-catecismo da Igreja Católica).


A Imaculada Conceição

O Dogma da Imaculada Conceição estabelece que Maria foi concebida sem mancha de pecado original. O dogma foi proclamado pelo Papa Pio IX, no dia 8 de dezembro de 1854, na Bula Ineffabilis Deus. 

“Declaramos, pronunciamos y definimos que a doutrina que sustenta que a Santíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua concepção, foi por singular graça e privilégio de Deus onipotente em previsão dos méritos de Cristo Jesus, Salvador do gênero humano, preservada imune de toda mancha de culpa original, foi revelada por Deus, portanto, deve ser firme e constantemente crida por todos os fiéis.”




Fonte


sábado, 3 de maio de 2014

Missa das Crianças

Missa das crianças e envio das capelinhas que vão evangelizar no mês de Maria de casa em casa( família dos catequizandos)
Celebrante: Pe. Ricardo Moreira






Janaína (aniversariante)  fazendo as preces

Obrigado Irmão Maior: Amanda,Pedro, Rosamaria (catequizanda)
Envio das capelinhas e benção final com aspersão da água.





Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.