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sábado, 6 de janeiro de 2018

Epifania do Senhor – 7 de janeiro



I. Introdução geral


Epifania, em grego, significa manifestação: celebramos a manifestação de Deus ao mundo, representado pelos reis magos que vêm adorar o menino Jesus em Belém. Ele é a luz que brilha não só para o povo oprimido de Israel (como anuncia a 1ª leitura na noite de Natal), mas para todos os povos, segundo a visão do profeta universalista que escreveu o fim do livro de Isaías. Essa visão recebe um sentido pleno quando os magos vindos do Oriente procuram, nos arredores de Jerusalém, o Messias que devia nascer da estirpe de Davi (evangelho). A 2ª leitura, mediante o texto de Ef 3,2-6, comenta esse fato como revelação do mistério de Deus a Israel e aos pagãos.
Assim, a liturgia de hoje realça o sentido universal da obra de Cristo. Mas não se trata do universalismo abstrato, global e midiático de nosso mundo contemporâneo. A inserção de Jesus na humanidade, que contemplamos no domingo passado (na festa da Mãe de Deus), acontece num ponto bem concreto e modesto: um povoado que nem está no mapa dos magos! O ponto por onde passa a salvação não precisa ser grandioso. O humilde povoado visitado pelos magos representa a comunidade-testemunha, o contrário do reino do poderoso Herodes. Belém é centro do mundo, porém não para si mesma, e sim para quem procura a manifestação de Deus. Não sobre Roma nem sobre a Jerusalém de Herodes, mas sobre a Belém do presépio é que a estrela parou. Essa estrela não se importa com o poder humano. Deus manifesta-se no meio dos pobres, no Jesus pobre.
II. Comentários aos textos bíblicos
  1. I leitura: Is 60,1-6
Como foi recordado na 1ª leitura da noite de Natal, o profeta Isaías (9,1) anunciou nova luz para a Galileia, região despovoada pelas deportações praticadas pelos assírios em 732 a.C. Duzentos anos depois, o “Terceiro Isaías” retoma a imagem da luz. Aplica-a a Sião (Jerusalém) e ao povo de Judá, que acaba de voltar do exílio babilônico e está iniciando a reconstrução da cidade e do Templo (Is 60,1). Jerusalém, restaurada depois do exílio babilônico, é vista como o centro para o qual convergem as caravanas do mundo inteiro. O profeta anuncia a adoração universal em Jerusalém. Enquanto as nações estão cobertas de nuvens escuras, a luz do Senhor brilha sobre Jerusalém. Esqueçam-se a fadiga e o desânimo, pois Deus está perto. As nações devolvem a Jerusalém seus filhos e filhas que ainda vivem no estrangeiro, e estes oferecem suas riquezas ao Deus que realmente salva seu povo.
Quinhentos anos depois, os magos (sábios, astrólogos) vindos do Oriente darão um sentido pleno e definitivo ao texto de Isaías: a eles o Cristo aparece como “luz” cheia do mistério de Deus.
  1. Evangelho: Mt 2,1-12
O evangelho narra a chegada dos magos do Oriente que querem adorar o Messias recém-nascido, cujo astro eles viram brilhar sobre Jerusalém (cf. 1ª leitura). A chegada dos magos e sua volta constituem a moldura (inclusão) dessa narrativa, cujo centro é a estupefação de Herodes e de toda a cidade por causa da notícia que os magos trazem. O ponto alto é a busca, pelos escribas, de um texto que aponte para esse fato. O texto em questão é Miqueias 5,1: “E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo”. Informado pelos escribas, Herodes encaminha os magos a adorar o recém-nascido em Belém e informá-lo para que ele também vá (Belém fica a oito quilômetros de Jerusalém). O narrador, entretanto, deixa prever a má-fé de Herodes, que planeja matar os meninos recém-nascidos da região, tema que será desenvolvido no próximo episódio de Mateus, igualmente construído em torno de uma citação do Antigo Testamento.
No novo povo de Deus, não importa ser judeu ou gentio, importa a fé. O Evangelho de Mateus termina na missão de evangelizar “todas as nações” (28,18-20), e desde o início os “magos” prefiguram essa missão universal. Os doutores de Jerusalém, ao contrário, sabiam, pelas Escrituras, onde devia nascer o Messias – em Belém, a poucos quilômetros de Jerusalém –, mas não tinham a estrela da fé para os conduzir.
  1. II leitura: Ef 3,2-3a.5-6
As promessas do Antigo Testamento dirigem-se ao povo de Israel. Deus, porém, vê as promessas feitas a Israel num horizonte bem mais amplo. Seu plano é universal e inclui todos os povos, judeus e gentios. Os antigos profetas já tinham certa visão disso, mas os judeus do ambiente de Paulo apóstolo não pareciam percebê-lo. Paulo mesmo havia aprendido com surpresa a revelação do grande mistério: também os gentios são chamados à paz messiânica. Essa revelação, ele a assume como sua missão pessoal, a fim de levar a boa-nova aos gentios.
III. Pistas para reflexão
A visão do Terceiro Isaías sobre a restauração do povo na luz de Deus que brilha sobre a Cidade Santa realiza-se no povo fundado por Jesus Cristo. Este é o “mistério”, o projeto escondido de Deus, o evangelho que Paulo levou a judeus e gentios.
Mateus, no evangelho, traduz a fé segundo a qual Jesus é o Messias universal numa narração que descreve a realização da profecia: astrólogos do Oriente veem brilhar sobre Belém, a cidade de Davi, a estrela do recém-nascido Messias, “rei dos judeus”. Querem adorá-lo e oferecer-lhe seus ricos presentes. Herodes, entretanto, com os doutores e os sacerdotes, não enxerga a estrela que brilha tão perto; é obcecado por seu próprio brilho e sede de poder. Os reis das nações pagãs chegam de longe para adorar o Menino, mas os chefes de Jerusalém tramam sua morte. As pessoas de boa vontade, aqueles que realmente buscam o Salvador, encontram-no em Jesus, mas os que só gostam de seu próprio poder têm medo de encontrá-lo.
Significativamente, o medo de Herodes, o Grande, levá-lo-á a matar todos os meninos de Belém. A estrela conduziu os magos a uma criança pobre, que não tinha nada de sensacional. Mas o rei Herodes, cioso de seu poder, pensa que Jesus será poderoso e, portanto, perigoso. Para eliminar esse “perigo”, o rei, que tinha matado seus próprios filhos e sua mulher Mariame, manda agora matar todos os meninos de Belém.
Por que se matam ou se deixam morrer crianças também hoje? Porque os poderosos absolutizam seu poder e não querem dar chances aos pequenos, nem sequer a de viver. Preferem sangrar o povo pela indústria do armamento, dos supérfluos, da fome…
Pobre e indefeso, Jesus é o “não poder”. Ele não se defende, não tem medo. Em redor dele se unem os que vêm de longe, simbolizados pelos magos. E estes, avisados em sonho, “voltam por outro caminho”. O caminho, na Bíblia, é o símbolo da opção de vida da pessoa (Sl 1). Os reis magos optaram por obedecer à advertência de Deus; optaram pelo Menino Salvador, contra Herodes e contra todos os que rejeitam o “menino”, matando vida inocente.
O nome oficial da festa dos Reis Magos, “Epifania”, significa manifestação ou revelação. Contemplamos o paradoxo da grandeza divina e da fragilidade da criança no menino Jesus. Pensamos nos milhões de crianças abandonadas nas ruas de nossas cidades, destinadas à droga, à prostituição. Outros milhões mortas pela fome, doença, guerra, aborto. Órgãos extraídos, fetos usados para produzir células que devem rejuvenescer velhos ricaços… Qual é o valor de uma criança?
Deus se manifesta ao mundo numa criança, e nós somos capazes de matá-la, em vez de reconhecer nela a luz de Deus. Por que Deus se manifestou numa criança? Por esquisitice, para nos enganar? Nada disso. Salvação significa ser libertados dos poderes tirânicos que nos escravizam para realizar a liberdade que nos permite amar. Pois para amar é preciso ser livre, agir de graça, não por obrigação nem por cálculo. Por isso, a salvação que vem de Deus não se apresenta como poder opressor, a exemplo do de Herodes. Apresenta-se como antipoder, como uma criança sem valor.
O pequenino de Belém é venerado como rei, mas, no fim do evangelho, esse “Rei” (Mt 25,34) julgará o universo, identificando-se com os mais pequeninos: “O que fizestes a um desses mais pequenos, que são meus irmãos, a mim o fizestes” (25,40). Quanta lógica em tudo isso!
Deus não precisa nos esmagar com seu poder para se manifestar. Para ser universal, prefere o pequeno, pois só quem vai até os pequenos e os últimos é realmente universal. Falta-nos a capacidade de reconhecer no frágil, naquele que o mundo procura excluir, o absoluto de nossa vida – Deus. Eis a lição que os reis magos nos ensinam.
O menino nascido em Belém atraiu os que viviam longe de Israel geograficamente. Mas a atração exercida por Jesus envolve também os social e religiosamente afastados, os pobres, os leprosos, os pecadores e pecadoras. Todos aqueles que, de alguma maneira, estão longe da religião estabelecida e acomodada recebem, em Jesus, um convite de Deus para se aproximar dele.
Quem seriam esses “longínquos” hoje? O povinho que fica no fundo da igreja ou que não vai à igreja porque não tem roupa decente. Graças a Deus estão surgindo, nos barracos das favelas, capelas bem semelhantes ao lugar onde Jesus nasceu e onde a roupa não causa problema. Há também os que se afastaram porque seu casamento despencou (muitas vezes se pode até questionar se ele foi realmente válido). Jesus se aproximou da samaritana, da pecadora, da adúltera… Será que para essas pessoas não brilha alguma estrela em Belém?
Será que, numa Igreja renovada, o menino Jesus poderá de novo brilhar para todos os que vêm de longe, os afastados, como sinal de salvação e libertação?

Pe. Johan Konings, sj




Fonte: vidapastoal.com.br


segunda-feira, 22 de maio de 2017

ORAÇÃO DE SANTA RITA DE CÁSSIA




Ó poderosa e gloriosa Santa Rita chamada Santa das causas impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e da desesperança, com toda a confiança em Vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a Vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração.

(Faça seu pedido)

Obtenha a graça que desejo, pois sendo-me necessária, eu a quero. Apresentada por Vós a minha oração, o meu pedido, por Vós que sois tão amada por Deus, certamente será atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na Terra e no Céu a Divina Misericórdia.

Santa Rita das causas impossíveis, intercedei por nós! Amém.

Rezar 1 Pai-nosso...1 Ave Maria...1 Glória ao Pai.






Veja aqui://tiahelenanocoracaodejesus.blogspot.com.br


domingo, 5 de março de 2017

OBJETIVOS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017




 Objetivo geral


Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho.


Objetivos específicos


01 – Aprofundar o conhecimento de cada bioma, de suas belezas, de seus significados e importância para a vida no planeta, particularmente para o povo brasileiro

02 – Conhecer melhor e nos comprometer com as populações originárias, reconhecer seus direitos, sua pertença ao povo brasileiro, respeitando sua história, suas culturas, seus territórios e seu modo específico de viver.

03 – Reforçar o compromisso com a biodiversidade, os solos, as águas, nossas paisagens e o clima variado e rico que abrange o chamado território brasileiro.
04 – Compreender o impacto das grandes concentrações populacionais sobre o bioma em que se insere.

05 – Manter a articulação com outras igrejas, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e todas as pessoas de boa vontade que querem a preservação das riquezas naturais e o bem-estar do povo brasileiro.

06 – Comprometer as autoridades públicas para assumir a responsabilidade sobre o meio ambiente e a defesa desses povos.

07 – Contribuir para a construção de um novo paradigma econômico ecológico que atenda às necessidades de todas as pessoas e famílias, respeitando a natureza.

08 – Compreender o desafio da conversão ecológica a que nos chama o nosso Papa Francisco na carta encíclica Laudato Si’ e sua relação com o espírito quaresmal.



Fonte: http://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017/#ixzz4Uu73kz9W







sábado, 4 de março de 2017

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017


Tema: Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida
Lema: Cultivar e guardar a criação (cf. Gn 2,15)




Com o objetivo de alertar a necessidade do respeitar o meio ambiente, especialmente, os biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo Brasil dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação de Deus.

A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social, partindo das comunidades, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, que nos convida a vivenciar três momentos de fé: ver, julgar e agir.

Para despertar o desejo em pessoas de boa vontade a colocar em prática as propostas cristãs como estender a mão a quem mais precisa, engajamento político e um comprometimento com a vida em sociedade, a CF é um convite à conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Entre as ações concretas estão: o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela CF. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é prop

osto com o objetivo para suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio da CF chama atenção para a necessidade de a população defender o fim do desmatamento para todos os biomas e sua composição florestal.

No campo político, a CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. Também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, principalmente, aqueles que tem como consequência enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

No texto-base da CF 2017, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) destaca a importância que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação aos povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais relevantes e de impacto positivo e duradouro.

Papa Francisco proferiu uma mensagem no Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação em que ressalta que pretende renovar o diálogo sobre os sofrimentos que afligem os pobres e a devastação do meio ambiente: “A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”.

BIOMAS – Pode-se Definir Bioma como um conjunto de ecossistemas que funcionam de forma estável. Um bioma é caracterizado por um tipo principal de vegetação, sendo que em um mesmo bioma podem existir diversos tipos de vegetação. Os seres vivos vivem de forma adaptada às condições da natureza (vegetação, chuva, umidade, calor, etc) existentes. O Brasil é formado por seis biomas de características distintas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal.
CERRADO

Conhecido como berço das águas brasileiras, o cerrado possui a segunda biodiversidade mais rica de todo o planeta, atua como um elo conectando outros quatro biomas brasileiros, faz a ponte entre floresta amazônica, caatinga, mata atlântica e pantanal. Se o cerrado acabar é como se quebrasse o elo que ligam todos esses ecossistemas. Causaria ainda problemas hídricos de grandes proporções, pois o cerrado alimenta três grandes aquíferos e seis das oito bacias hidrográficas.

Infelizmente, por causa do avanço da agricultura nesta região, principalmente da soja, o cerrado vem diminuindo de tamanho com o passar dos anos. O crescimento da pecuária de corte também tem colaborado para a diminuição deste tipo de vegetação. Ambientalistas afirmam que nos últimos 50 anos a vegetação do cerrado diminuiu para a metade do tamanho original.

As duas principais ameaças à biodiversidade do Cerrado estão relacionadas a duas atividades econômicas: a monocultura intensiva de grãos e a pecuária extensiva de baixa tecnologia. O uso de técnicas de aproveitamento intensivo dos solos tem provocado, há anos, o esgotamento dos recursos locais. O uso indiscriminado de agrotóxicos e fertilizantes tem contaminado também o solo e a água.

Além do reduzido número de áreas de conservação, o problema maior tem raízes nas políticas agrícolas e de mineração impróprias e no crescimento da população. Historicamente, a expansão agropastoril e o extrativismo mineral têm se caracterizado por um modelo predatório. A ocupação da região é desejável, mas desde que aconteça racionalmente.

A destruição e a fragmentação de habitats consistem, atualmente, na maior ameaça à integridade desse bioma: 60% da área total são destinados à pecuária e 6% aos grãos, principalmente, soja. De fato, cerca de 80% do Cerrado já foi modificado pelo homem por causa da expansão agropecuária, urbana e construção de estradas – aproximadamente 40% conserva parcialmente suas características iniciais e outros 40% já as perderam totalmente. Somente 19,15% correspondem a áreas nas quais a vegetação original ainda está em bom estado.



Explicação do Cartaz da CF 2017





Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus.






Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017/#ixzz4aPdCaLmT




sexta-feira, 3 de junho de 2016

História da Devoção ao Sagrado Coração de Jesus




A devoção ao Sagrado Coração de Jesus surgiu no século XVII, quando Santa Margarida Maria de Alacoque, que era religiosa e vivia em um convento, recebeu a visita de Nosso Senhor, que apareceu a ela três vezes. A primeira foi em dezembro de 1673, a segunda em 1674 e a terceira em 1675, quando Jesus manifestou-se-lhe com o peito aberto e apontando com o dedo seu Coração, exclamou: "Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles". 

Durante essas aparições, Jesus fez 12 grandes promessas às pessoas que fossem devotas de seu Coração Misericordioso e que participassem da Santa Eucaristia, comungando pela reparação dos pecados, toda primeira sexta-feira de cada mês, durante nove meses seguidos. 

Depois, em 11 de junho de 1899, o Papa Leão XIII consagrou todo o gênero humano ao Sagrado Coração de Jesus, afirmando ser esse o maior ato de todo o seu pontificado. Dessa forma, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus difundiu-se por todo o mundo e foi recomendada por muitos Papas da Igreja. Muitos Santos, como São Francisco de Assis, Santo Inácio de Loyola, Santa Tereza D’Avila e outros, dedicaram terna devoção, admiração e adoração ao Sagrado Coração de Jesus. 
Hoje, o movimento do Apostolado da Oração ao Sagrado Coração de Jesus zela por essa devoção e a propaga pelo mundo todo. As promessas que trazem grandes benefícios espirituais para a vida daqueles que têm essa devoção são: 

1ª Promessa: “Eu darei aos devotos de meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”. 
2ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias ”. 
3ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”. 
4ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”. 
5ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”. 
6ª Promessa: “Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias”. 
7ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”. 
8ª Promessa: “As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição”. 
9ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração”. 
10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”. 
11ª Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no meu Coração”.  
12ª Promessa: “A todos os que comunguem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”. 


Oração de Consagração ao Sagrado Coração de Jesus Santa Margarida Maria Alacoque compôs uma belíssima oração de Consagração ao Sagrado Coração de Jesus que se chama “Pequena Consagração”. Reze-a com um santinho nas mãos, ou diante de uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Você certamente receberá muitas graças. 



“Pequena Consagração” 

“Eu, (diga seu nome), entrego e consagro ao Sagrado Coração de Jesus minha pessoa e minha vida, minhas ações, dores e sofrimentos, e quero me servir de todas as partes de meu ser apenas para honrá-Lo, amá-Lo e glorificá-Lo. Amém!” 









Fonte: Internet

terça-feira, 24 de maio de 2016

ENCONTRO ORAÇÕES :EXPLICANDO A AVE- MARIA PARA AS CRIANÇAS

Ave Maria cheia de graça.É a saudação que o anjo Gabriel fez a Maria.Ave aqui não representa um passarinho. Ave é o mesmo que oi, olá. Graça não é uma piada engraçada. Graça, vem de agraciada, cheia de Deus.

O Senhor é convosco. Significa que Deus está com Maria. Podemos encontrar esse trecho da oração em (Lc1, 28)Bendita sois vós entre as mulheres. Bendita vem de bendizer, de benção. Maria foi escolhida por Deus entre todas as mulheres.(Lc 1, 42)

Bendito é fruto do teu ventre Jesus.  Abençoado é o filho que Maria espera. Seu nome será bendito entre todas as gerações. Ele será grande e será chamado filho do Altíssimo. (Lc1, 31-32) Ventre é o lugarzinho dentro da barriguinha de Maria onde Jesus está sendo gerado.

Santa Maria, mãe de Deus. Maria é Santa, não é mesmo? Poderia o filho de Deus nascer de alguém que não o fosse? Maria é revestida do Espírito Santo e Jesus que nasce dela é o filho de Deus. (Lc 1, 35.44) Sendo mãe de Jesus ela também é nossa mãe.

                                                  
Rogai por nós os pecadores. A palavra rogai é o mesmo que pedir, interceder. Maria está no céu e intercede por nós seus filhos, assim como fez nas Bodas de Caná. (Jo 2, 1-6).
Todos somos pecadores mas Deus é rico em misericórdia e está sempre disposto a nos perdoar e amar. Por isso peçamos sempre a intercessão de Maria. Peça a Mãe que o Filho atende.

Agora e na hora de nossa morte, Amém. Maria é mesmo uma grande  intercessora.  Ela  intercede hoje e  na hora  em que nós formos ao encontro de seu filho Jesus.  Responder Amém é dizer sim eu acredito. Eu creio. 


Fonte: Jardim da Fé



sábado, 21 de maio de 2016

A Santíssima Trindade


A Santíssima Trindade é um mistério de um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. 

Pai que é Deus, que é Amor: somente o Pai que ama respeita a liberdade de seu filho



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Filho
 que é Jesus Cristo: é o Deus visível que se fez homem, nascendo da Virgem Maria para cumprir a vontade de Deus de libertar os homens do pecado.
Jesus é Deus e as principais provas são:
a) O próprio Jesus diz-se Deus (Jo 10, 30 / 14, 7 e Lc 22, 67-70) .
b) Os milagres eram feitos pelo próprio Jesus, e não por meio de Jesus.


Espírito Santo que é o Amor do Pai e do Filho que nos é comunicado e transmitido. Segundo o CREDO, Jesus foi concebido pelo Poder do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria. Maria foi então convidada a conceber Jesus e a concepção de Jesus foi obra do poder do Divino Espírito Santo: "O Espírito virá sobre Ti..." A missão do Espírito Santo está sempre conjugada e ordenada à do Filho, ou seja, toda a vida de Jesus manifesta a vontade do Pai que por sua vez é manifestada pelo Espírito Santo.

Um fato dos Evangelhos é que os Apóstolos estavam com muito medo após a morte de Jesus. Foi à descida do Espírito Santo sobre eles que os transformou radicalmente e deu coragem para que saíssem anunciando o Evangelho. O mesmo Espírito Santo que deu forças aos apóstolos e mártires é recebido no sacramento da Crisma, e aí está a importância deste sacramento no fortalecimento da Fé e na profissão do Cristianismo de cada um.

O Dogma da Santíssima Trindade a Trindade é Una; não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Cada uma das três Pessoas é a substância, a essência ou a natureza divina, As pessoas divinas são distintas entre si pela sua relação de origem: o Pai gera; o Filho é gerado; o Espírito Santo é quem procede. Ou seja, ao Pai atribui-se acriação ao Filho atribui-se a Redenção e ao Espírito Santo atribui-se a Santificação.

Resumindo, o mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus pode nos dar a conhecer, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo.

Pela graça do Batismo "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade, aqui na Terra na obscuridade de nossa fé e para além da morte, na luz eterna. Pela Confirmação ou Crisma, como o próprio nome diz, somos chamados a confirmar essa fé ora recebida para que, além de vivermos segundo a Palavra de Deus, darmos testemunho dela e levá-la por toda à parte.


Fonte


Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.