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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Jesus Cristo, Rei do universo




Dia 20 de novembro, com a festa de Cristo-Rei, termina o atual Ano Litúrgico. 
                                   E com o Tempo do Advento, inicia-se o Novo Ano

Com o findar do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida para um momento de reflexão maior quanto à consciência que todos devemos ter de nosso tempo e vida a caminho do definitivo, a vida eterna. Através de momentos fortes, como a recordação da morte no dia de finados, a nossa vocação à santidade celebrada na festa de todos os santos e a festa de Cristo Rei, a liturgia nos conduz para a consciência que o tempo presente é o tempo útil a caminho da eternidade. Precisamos tomar consciência que o tempo presente é o único tempo que possuímos como espaço sagrado que Deus nos dá para construirmos o Reino de Deus rumo à casa do Pai.

Por vezes, não nos soa bem aos ouvidos e à mente falarmos em festa de Cristo Rei diante da desvirtuação do exercício do poder nos tempos em que vivemos. Mas, foi o próprio Cristo que se reconheceu como o Rei de Israel e da humanidade diante de Pilatos que o questionava: 'Tu és rei? Sim, Eu o sou'Lc.23,3. 'Só que meu reinado não é deste mundo'.

Sabemos pela fé, que a autoridade de alguém, sendo Papa ou Rei, bispo, padre, religioso, pai, mãe, patrão ou operário, tem origem divina. Foi Jesus quem disse que toda autoridade provém de seu Pai. Ninguém a teria se não lhe fosse concedida do alto. A partir de Cristo, a autoridade não é poder, mas é um bem a serviço dos irmãos, particularmente dos mais pequeninos. São Paulo em sua carta aos Filipenses, ensina: 'Sendo Cristo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo tornando-se em tudo semelhante aos homens e uma vez feito homem se humilhou até a morte e morte de cruz'.Fp.2,5-8.

Cristo ao nos falar e convidar para seu reinado colocou uma única exigência: Amar o Pai como Ele O amou sendo em tudo fiel a Seus mandamentos e amarmo-nos mutuamente como Ele nos amou Jô.17-9-17. Cristo, ao colocar esta exigência como condição para os que desejam participar de seu reinado, Ele próprio dá o exemplo. Sendo Jesus, o Filho de Deus, desnudou-se de seu poder e vestes, toma de uma bacia lava, enxuga e beija os pés de seus discípulos. Após este gesto, Jesus se levanta e ensina com autoridade: 'Vós me chamais vosso Mestre e Senhor e dizeis bem, porque Eu o sou. Logo se Eu vosso Senhor e Mestre vos laveis os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. O servo não é maior que o seu Senhor, nem o enviado maior daquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a condição de as praticardes' Jô.13-12-17. É e será sempre nesta direção e dimensão que o reinado de Cristo deve ser compreendido e acima de tudo vivido.

Oração a Cristo Rei Universal
 

 


Oh! Cristo Jesus, reconheço-vos Rei Universal.
Tudo o que foi feito, para vós foi criado.
Exercei em mim vossos direitos.
Renovo minhas promessas de batismo,
renunciando a Satanás,
às suas pompas e às suas obras,
e prometo viver como bom cristão.
Muito particularmente comprometo-me a fazer triunfar,
por todos os meios que puder,
os direitos de Deus e de vossa Igreja.
Divino Coração de Jesus, ofereço-vos minhas pobres ações,
para alcançar que todos os corações reconheçam vossa realeza
e assim se estabeleça no universo inteiro
o vosso Reino. Assim seja.
 
(Indulgência plenária, uma vez ao dia. Condições: Confissão, comunhão e orar pelas intenções do Santo Papa)

http://www.cristoreiitapevi.org.br

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Amanhã pode ser tarde



Ontem?... Isso faz tanto tempo!... 
Amanhã?... Não nos cabe saber... 
E amanhã pode ser muito tarde... Amanhã pode ser muito tarde 
Para você dizer que ama, 
Para você dizer que perdoa, 
Para você dizer que desculpa, 
Para você dizer que quer tentar de novo... 

Amanhã pode ser muito tarde 
Para você pedir perdão, para você dizer: - Desculpe-me, o erro foi meu! 

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil; o seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso; a sua volta, amanhã, pode já não ser esperada; 
a sua carta, amanhã, pode já não ser lida; o seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário; 
o seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços... 
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde! 

Não deixe para amanhã para dizer: 
- Eu amo você! 
- Estou com saudades de você! 
- Perdoe-me! 
- Desculpe-me! 
- Esta flor é para você! 
- Você está tão bem!... 

Não deixe para amanhã 
O seu sorriso, 
O seu abraço, 
O seu carinho, 
O seu trabalho, 
O seu sonho, 
A sua ajuda... 

Não deixe para amanhã para perguntar: 
- Por que você está triste? 
- O que há com você? 
- Ei!... Venha cá, vamos conversar... 
- Cadê o seu sorriso? 
- Ainda tenho chance?... 
- Já percebeu que eu existo? 
- Por que não começamos de novo? 
- Estou com você. Sabe que pode contar comigo? 
- Cadê os seus sonhos? Onde está sua garra?... 

Lembre-se: 
Amanhã pode ser tarde... muito tarde! 
Amanhã, o seu amor pode não ser preciso; 
O seu carinho pode não ser mais preciso; 
O seu amor pode ter encontrado outro amor; 
O seu presente pode chegar muito tarde; 
O seu reconhecimento pode não ser recebido com o mesmo entusiasmo!... 
Procure. Vá atrás! Insista! Tente mais uma vez! 
Só o hoje é definitivo! 
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!... 


fonte: 

foto:Lagoa Bonita - Lençóis Maranhenses - Foto: Editora Peixes - Embratur

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Setor Pré-Matrimonial


O Setor Pré-Matrimonial é um dos três setores da estrutura da Pastoral Familiar, conforme proposto pelo Diretório da Pastoral Familiar da CNBB. A preparação para o Matrimonio, no que cabe à Pastoral Familiar, é predominantemente tarefa do setor que pode trabalhar diretamente com a criança a partir de sete ou oito anos de idade, até o casamento. Como existe ligação entre todo o trabalho realizado pela pastoral, é claro que as atividades dos outros setores também influenciam na preparação do matrimônio. 

È importante lembrar que nem toda a preparação para o matrimonio é tarefa da Pastoral Familiar. Na verdade, esta formação é um dever e direito da família. A ação pastoral está sendo necessária porque a família está tendo dificuldades de existir de modo estável e de cumprir esta missão importante. È também oportuno enfatizar que o “Encontro de Noivos” atividade mais difundia da Pastoral Familiar, é apenas um dos eventos/atividades do Setor Pré-Matrimonial. O Setor tem desafios muitos mais amplos. Envolve uma preparação mais remota de danos ao adolescente e ao jovem.

Na “Familiaris Consortio”, que tem décadas desde sua publicação, o Papa João Paulo II já alertava para urgência deste desafio. “A preparação para o matrimônio deve ver-se a atuar-se como um processo gradual e contínuo. Compreende uma preparação remota, outra próxima e uma outra imediata”. (FC66). 

Esta preocupação vai nos desafiar a realizar uma contínua educação para o casamento, entretanto o que ainda predomina na maioria das paróquias é apenas o encontro de noivos.

Texto extraído do Livro Pastoral Familiar – Setor Pré-Matrimonial – Preparação Remota, Próxima e Imediata – CNBB/CNPF/INAPAF





Curso de Noivos

Curso de Noivos da Pastoral Familiar
Paróquia do Sagrado Coração de Jesus do Bequimão
Diretor Espiritual: Frei Luis Henrique (Pároco)
Coordenador Geral: DURANS E HELENA

Equipe do Pilar Pré-Matrimônio

 Membros:
Gerson e Helena
Lisboa e Jaci
André e Vânia 
Antonio e Vera 
Bernardo e Lucivane 
Vera e Antonio
Dagmar
Nogueira e Ilma
Júlio e Joana
 Antonio Carlos e Terezinha
Júlio e Márcia 
Zé e Aridalva 


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Casar ou juntar?
confira os prós e contras das relações


A situação está cada dia pior. É um constante ataque contra a instituição familiar, e podemos perceber isso nos noticiários, no nosso dia a dia. Já se fala em casamento entre pessoas do mesmo sexo, em casamento com tempo determinado de 
duração. A facilidade que a lei oferece para que um casamento seja desfeito é cada vez maior. 

Estes acontecimentos consigo ver bem de perto, pois trabalho em um cartório de notas e a procura para a lavratura de atos referentes a declaração de união estável é bastante grande, ou seja, os casais vivem juntos e querem fazer uma escritura declarando este fato, principalmente para que eles tenham direitos a assistência médica, mais estão esquecendo que o casal precisa de dar um ao outro uma segurança maior, e esta segurança é casar no civil, no entanto, penso que um casamento tem mais chances de dar certo se o casal colocar a presença de Deus entre eles.Já tive oportunidade de presenciar um casal que viveram juntos por mais de trinta anos, com vários filhos adultos, e depois que o cônjuge varão faleceu a mulher não teve direito a uma pensão antes que provasse isto perante a justiça. É claro que o casamento apenas no religioso não trará esta segurança jurídica, e é por isso que nossa Igreja deve orientar os noivos para que façam o casamento no religoso mas com efeitos civis.E para tirar algumas dúvidas em relação a estes assuntos posto esta notícia que encontrei no site terra.

Chega um determinado momento da relação em que tanto o homem quanto a mulher sentem a necessidade de dar o segundo passo. A decisão pode implicar em apenas fazer as malas e começar uma vida sob o mesmo teto ou em formalizar a união em um cartório, com ou sem igreja e festa. "Muitas pessoas preferem morar junto e ter uma união estável a casar, porque acham que assim têm mais liberdade", afirmou a tabeliã do cartório de registro civil do distrito de Jaraguá, Monete Hipólito Serra. 


De fato, a união estável é transitória, existe enquanto o casal vive junto e se dissolve quando se separa. Os parceiros não precisam morar na mesma casa, basta terem intenção de constituir uma família. Porém, se o intuito de "juntar" for a praticidade, a decepção é certa, segundo Monete. "Para conseguir benefícios conjuntos, como convênio médico, os casados só precisam da certidão de casamento, já os conviventes necessitam cada vez produzir um documento de prova", explicou ela. Pensão do INSS e seguro de vida são outros exemplos. 


Ao comprar um imóvel, um casal oficializado já consegue a escritura em nome dos dois, mesmo que apenas um dos parceiros esteja presente no ato da aquisição. Na união estável, porém, é preciso solicitar a inclusão do nome da mulher e do homem como proprietários da casa. "O que a união estável perde para o casamento é na burocracia para provar que ela realmente existe (...). Uma hora o casal precisa de um atestado, outra de uma escritura e às vezes até de testemunhas", enumerou a tabeliã. 

Filhos

Quando um homem e uma mulher são casados, a certidão de nascimento do filho é elaborada com o nome de pai e mãe, pois existe a presunção de paternidade, segundo Monete. Porém, na união estável, se o pai não está presente durante a confecção do documento, a certidão é emitida apenas com o nome da mãe. 

Em relação à guarda dos filhos, o estado civil do homem e da mulher não é usado como critério, esclareceu o juiz da 7ª Vara da Família do Fórum João Mendes, João Batista Amorim de Vilhena. "Sempre avaliamos o bem estar da criança, independente se é casado ou não", disse. 

A separação

Atualmente, o documento que oficializa o divórcio fica pronto no mesmo dia da requisição. Mesmo assim, a dissolução de uma união estável é menos burocrática. "Basta parar de conviver", resumiu o juiz. O casal não precisa ir a qualquer lugar para declarar esta separação, diferente do que ocorre com os casados. Se não houver partilha de bens, eles têm que comparecer a um cartório e pagar uma taxa de cerca de R$ 270 para registrar a separação, informou a tabeliã Monete Hipólito Serra. 

Outro motivo que atrai casais à união estável é a garantia de não ter que dividir os bens ao término do relacionamento que, infelizmente, é ilusória. "Tanto na união formal quando na informal, o regime da comunhão parcial de bens - em que o patrimônio adquirido durante a relação é dividido em duas partes iguais - é o mais comum", afirmou o juiz. 

"Se o homem ou a mulher convivente, no ato da separação, provar que é dependente do outro para sobreviver, ainda tem direito a receber pensão alimentícia, assim como no divórcio", acrescentou Vilhena. As decisões tomadas pela Justiça, em relação aos direitos após o término de uma união estável, são equiparadas às do divórcio, de acordo com Vilhena. 

Herança

Apesar de as leis determinarem direitos parecidos para casados e companheiros informais, na questão "sucessão", o regimento é diferente. Vilhena explica que no caso da morte do companheiro, a mulher precisa provar que mantinha relação estável com o falecido e, mesmo assim, com base no Código Civil, o irmão teria direito a dois terços dos bens e a parceira a apenas um terço. 

"Quando existe um casamento, na ausência de filhos, todos os bens do marido ficariam para a esposa", comparou o juiz. No entanto, com vista em corrigir esta diferença, "a jurisprudência sempre procura atribuir a regra do casamento a estes casos, quando há prova da união estável", completou Vilhena. Apesar de a herança não ser garantida por lei ao viúvo ou viúva de uma união estável, as decisões jurídicas tendem a equiparar o julgamento ao que ocorre nos casos de casamento. 

Relacionamento

Não é somente na parte legal que a escolha entre casar e juntar interfere. Pelo menos, o terapeuta de casais Antônio Carlos de Araújo atende pacientes que têm problemas na relação por conta desta "simples decisão". "Um dos dois sempre fica frustrado em apenas morar junto, sente uma mágoa. (...) A cultura e tradição do Brasil é a do casamento, quando isso não acontece, a pessoa se sente diminuída", explicou. 

Geralmente, segundo ele, os casais que optam pela união informal têm, em média, 30 anos, 90% são divorciados ou tiveram problemas com relacionamentos anteriores. "Os que moram juntos com 20 e poucos anos não sentem vontade de casar, mas, a maioria das mulheres dos casais de 30 tem esta vontade", disse. Araújo explica que o casamento cria uma atmosfera mais segura e de vínculo. "Se pela lei, na hora de separar, a encrenca é a mesma, eu aconselho casar", concluiu.


Fonte:http://deusnaminhafamilia.blogspot.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

ORAÇÃO PELA CRIANÇA


Senhor da Vida, que nossas crianças sejam como Vós o desejais! 
Que nossa FÉ ajude a buscar mais dignidade e qualidade de vida 
para as crianças de nossa comunidade, cidade, do Brasil e do mundo.
Senhor, em muitos lugares a idolatria da riqueza é uma ameaça para a paz.
Nosso planeta está cada vez mais explorado e poluído, 
e as crianças são as primeiras a sofrer
quando o egoísmo toma conta do coração das pessoas.
Dá-nos coragem para mudar esta história! 
Ajudai-nos a lutar contra as causas que promovem o empobrecimento,
a injustiça e a opressão das crianças e suas famílias.
Dai-nos força para impedir que hoje meninas e meninos sejam explorados,
forçados a trabalhar e envolver-se com drogas, 
dormir e acordar com fome e sede, não tenham escola para estudar, 
espaço seguro para brincar e morram por causas que podem ser prevenidas.
Queremos o bem-estar da criança e o respeito aos seus direitos. 
Vamos protegê-la durante toda a sua vida, que é sagrada.
Que o Teu espírito nos ilumine para cuidar da criança desde o ventre da mãe,
e garantir os seus direitos de cidadania. Que ela receba as vacinas e leite materno, 
alimentação adequada, água limpa, oportunidades para se desenvolver plenamente.
Senhor da Vida, junto com nossas crianças, em uma só voz, 
agradecemos todo o bem que foi feito por tantas pessoas de boa vontade. 
Nossa força está em Ti, que nos leva a ação para construir um mundo 
no qual a criança possa ter vida, e vida em abundância! Amém!

FONTE:pastoraldacrianca.org.br 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Minha Entrega


 A vida é um ir e voltar, é um querer e não querer. Em toda a pessoa há uma força que a faz voltar-se para dentro de si mesma e uma outra que a faz voltar-se para fora, numa abertura para o outro. Tenho resistência em entregar-me. Todos têm resistência. Entregar-se é morrer para si mesmo. E todos resistem em morrer.

MINHA VIDA É UMA ENTREGA. Estou consciente disso. Sei que, se não viver assim, minha vida será uma frustração. Tudo na natureza é entrega. Todos os seres são um para o ou­tro. É a lei da natureza. Muito mais nós, natureza humana e divina que somos, devemos ser en­trega. Deus dentro de nós nos impulsiona a reviver o seu gesto permanente de entrega. Entre­gar-se é esquecer-se de si, de seus interesses pessoais, do voltar-se para si mesmo para estar voltado para fora.
Na entrega ao outro e a uma causa é que nós encontramos a nós mesmos. Os outros e os fatos que fazemos acontecer são o espelho de nossa vida. Fechar-se em si mesmo é cegar-se. Abrir-se para o outro é iluminar o próprio olhar.
AMAR-SE É ENTREGAR-SE. É verdade. O amor é entregar-se. Não há uma entrega para perder-se, mas para encontrar-se. Entrega que significa renunciar-se pelo bem do outro, que significa querer o bem do outro. O amor é um dom. É um presente. É uma graça.
Na medida em que nos amamos nos tomamos dom e presente. E esse dom nada mais é do que um gesto de ternura e de entrega.
QUEM SE ENTREGA VIVE FELIZ. O egoísmo é a indústria da tristeza. A entrega é o segredo da vida na alegria. Quem ama vive alegre no sofrimento da entrega, porque entregar-se é morrer para si, e morrer é sofrer.
QUEM SE ENTREGA SE MULTIPLICA. Não fico somente em mim. Eu me somo nos outros. Eu me torno presente nos outros em muitas situações. Deixo marcas de mim mesmo. Sou eu que me faço em muitos pelo gesto de generosidade da entrega. A entrega me torna multiplicado. E Eu me recebo e me acolho em cada ser a quem me entreguei.
É importante espelhar-se em Jesus cristo. O apóstolo São Paulo fala: "sendo de condi­ção divina não duvidou em entrega-se, fazendo-se pessoa como um de nós..." O grande gesto de cristo deve repetir-se em cada pessoa humana para que esta humanidade seja divina. Fazer da vida um ato de entrega é o novo jeito de vida!

(Wilson João)

Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.