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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

As figuras do Advento

 Isaías

 Isaías é o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 - 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim os exilados.
As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos. Ele que no capítulo 7 do seu livro já anuncia a vinda do Senhor

João Batista

É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento. Por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profetisas do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.


José

Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".
José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.

Advento

Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.

Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa, como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette). O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.

AS QUATRO VELAS

Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria. Seria também muito próprio fazer, em nossas casas, uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.


1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA

A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.

Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

2º Domingo do Advento - Acende-se a SEGUNDA VELA

A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.

Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

3º Domingo do Advento - Acende-se a TERCEIRA VELA (Rosa)


A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus. A cor litúrgica de hoje, o rosa, indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette, onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.

Oração:Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"

4º Domingo do Advento - Acende-se a QUARTA VELA

A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador, nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vêm a este mundo e também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.

Oração:Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!

Fonte:http://www.paginaoriente.com

ROTEIRO PARA OS ENCONTROS CATEQUÉTICOS DA CF 2012

SAIU O LIVRINHO COM OS SUBSÍDIOS CATEQUÉTICOS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012!


Parabéns para Ângela e Helena Okano pelo Livro de Encontros Catequéticos e pela dedicação!
Depois que sou CO-AUTORA dos roteiros, junto com a Helena Okano, catequista aqui de Londrina - PR!!

Em julho passado, eu e minha amiga Leninha, passamos mais de um mês trabalhando na construção dos roteiros... Um presente que nos foi dado pela Ir. Zélia Batista, então assessora de catequese da CNBB. Sim um presente! Pois foi com enorme alegria e carinho que construímos os encontros.

Nem posso dizer da minha alegria ao ver o livrinho dos encontros publicado! Deu um trabalho danado pra gente construir dinâmicas e brincadeiras encima de um tema tão pesado como é a “doença”. Mas acho que conseguimos dar leveza a um assunto tão importante como é a saúde pública em nosso país. Aliás, aconselho vocês a lerem oTexto Base da Campanha onde nos baseamos para construir os encontros.

E comprem o livrinho! É das Edições CNBB e custa só R$ 1,30, tem em todas as livrarias católicas. 
Só para dar uma “palhinha”, aí vai a introdução do livrinho:

Introdução

A Pastoral Catequética, ligada a crianças e jovens, exerce um papel fundamental de educação e informação com vistas a um futuro digno para todas as pessoas. Assim pensando, a Comissão Episcopal de Animação Bíblico-Catequética apresenta os subsídios catequéticos que norteiam a Campanha da Fraternidade de 2012 que tem como tema “Fraternidade e a Saúde Pública”. 

Cinco encontros foram pensados a partir da reflexão feita pelo Texto Base da CF sobre a temática da saúde, sem, no entanto, deixar de lado os aspectos de um aprendizado lúdico aos catequizandos. Cabe, é claro, a cada catequista, adaptá-los a idade de seus catequizandos, ao tempo disponível, enfatizando aquilo que é realidade de sua comunidade.

No primeiro encontro, fazemos uma reflexão sobre a Dignidade Humana e a Cidadania à luz da criação do homem como filho de Deus e, portanto, digno de respeito. Na sequência refletimos sobre a Promoção da Saúde. Em continuidade ao assunto, no encontro seguinte enfocamos os Desafios da Saúde no Brasil. No quarto encontro, refletimos que a saúde e a Salvação estão em nossas mãos.

Como quinto encontro, contextualizado na passagem bíblica da parábola do Bom Samaritano, é proposta uma celebração pelo método da Leitura Orante da Bíblia, processo cada vez mais necessário à compreensão e à vivência da Palavra de Deus, conforme clama a nossa Igreja. 

Esperamos que estes subsídios catequéticos, fundamentados nos objetivos da CF 2012, ajudem os catequistas na promoção de uma catequese fundamentada no projeto de Deus de uma vida melhor para seus filhos e de uma sociedade justa, igualitária e solidária.

Que a Saúde se difunda sobre a terra!
                                                                                                                                             Ângela Rocha
Helena Okano
Gostaríamos muito, também, de receber a opinião dos catequistas sobre os encontros, acrescentando que eles podem ser enriquecidos ainda mais pelas contribuições de vocês.Enviem suas opiniões e sugestões.

http://catequeseebiblia.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Jesus Cristo, Rei do universo




Dia 20 de novembro, com a festa de Cristo-Rei, termina o atual Ano Litúrgico. 
                                   E com o Tempo do Advento, inicia-se o Novo Ano

Com o findar do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida para um momento de reflexão maior quanto à consciência que todos devemos ter de nosso tempo e vida a caminho do definitivo, a vida eterna. Através de momentos fortes, como a recordação da morte no dia de finados, a nossa vocação à santidade celebrada na festa de todos os santos e a festa de Cristo Rei, a liturgia nos conduz para a consciência que o tempo presente é o tempo útil a caminho da eternidade. Precisamos tomar consciência que o tempo presente é o único tempo que possuímos como espaço sagrado que Deus nos dá para construirmos o Reino de Deus rumo à casa do Pai.

Por vezes, não nos soa bem aos ouvidos e à mente falarmos em festa de Cristo Rei diante da desvirtuação do exercício do poder nos tempos em que vivemos. Mas, foi o próprio Cristo que se reconheceu como o Rei de Israel e da humanidade diante de Pilatos que o questionava: 'Tu és rei? Sim, Eu o sou'Lc.23,3. 'Só que meu reinado não é deste mundo'.

Sabemos pela fé, que a autoridade de alguém, sendo Papa ou Rei, bispo, padre, religioso, pai, mãe, patrão ou operário, tem origem divina. Foi Jesus quem disse que toda autoridade provém de seu Pai. Ninguém a teria se não lhe fosse concedida do alto. A partir de Cristo, a autoridade não é poder, mas é um bem a serviço dos irmãos, particularmente dos mais pequeninos. São Paulo em sua carta aos Filipenses, ensina: 'Sendo Cristo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo tornando-se em tudo semelhante aos homens e uma vez feito homem se humilhou até a morte e morte de cruz'.Fp.2,5-8.

Cristo ao nos falar e convidar para seu reinado colocou uma única exigência: Amar o Pai como Ele O amou sendo em tudo fiel a Seus mandamentos e amarmo-nos mutuamente como Ele nos amou Jô.17-9-17. Cristo, ao colocar esta exigência como condição para os que desejam participar de seu reinado, Ele próprio dá o exemplo. Sendo Jesus, o Filho de Deus, desnudou-se de seu poder e vestes, toma de uma bacia lava, enxuga e beija os pés de seus discípulos. Após este gesto, Jesus se levanta e ensina com autoridade: 'Vós me chamais vosso Mestre e Senhor e dizeis bem, porque Eu o sou. Logo se Eu vosso Senhor e Mestre vos laveis os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. O servo não é maior que o seu Senhor, nem o enviado maior daquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a condição de as praticardes' Jô.13-12-17. É e será sempre nesta direção e dimensão que o reinado de Cristo deve ser compreendido e acima de tudo vivido.

Oração a Cristo Rei Universal
 

 


Oh! Cristo Jesus, reconheço-vos Rei Universal.
Tudo o que foi feito, para vós foi criado.
Exercei em mim vossos direitos.
Renovo minhas promessas de batismo,
renunciando a Satanás,
às suas pompas e às suas obras,
e prometo viver como bom cristão.
Muito particularmente comprometo-me a fazer triunfar,
por todos os meios que puder,
os direitos de Deus e de vossa Igreja.
Divino Coração de Jesus, ofereço-vos minhas pobres ações,
para alcançar que todos os corações reconheçam vossa realeza
e assim se estabeleça no universo inteiro
o vosso Reino. Assim seja.
 
(Indulgência plenária, uma vez ao dia. Condições: Confissão, comunhão e orar pelas intenções do Santo Papa)

http://www.cristoreiitapevi.org.br

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Amanhã pode ser tarde



Ontem?... Isso faz tanto tempo!... 
Amanhã?... Não nos cabe saber... 
E amanhã pode ser muito tarde... Amanhã pode ser muito tarde 
Para você dizer que ama, 
Para você dizer que perdoa, 
Para você dizer que desculpa, 
Para você dizer que quer tentar de novo... 

Amanhã pode ser muito tarde 
Para você pedir perdão, para você dizer: - Desculpe-me, o erro foi meu! 

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil; o seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso; a sua volta, amanhã, pode já não ser esperada; 
a sua carta, amanhã, pode já não ser lida; o seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário; 
o seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços... 
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde! 

Não deixe para amanhã para dizer: 
- Eu amo você! 
- Estou com saudades de você! 
- Perdoe-me! 
- Desculpe-me! 
- Esta flor é para você! 
- Você está tão bem!... 

Não deixe para amanhã 
O seu sorriso, 
O seu abraço, 
O seu carinho, 
O seu trabalho, 
O seu sonho, 
A sua ajuda... 

Não deixe para amanhã para perguntar: 
- Por que você está triste? 
- O que há com você? 
- Ei!... Venha cá, vamos conversar... 
- Cadê o seu sorriso? 
- Ainda tenho chance?... 
- Já percebeu que eu existo? 
- Por que não começamos de novo? 
- Estou com você. Sabe que pode contar comigo? 
- Cadê os seus sonhos? Onde está sua garra?... 

Lembre-se: 
Amanhã pode ser tarde... muito tarde! 
Amanhã, o seu amor pode não ser preciso; 
O seu carinho pode não ser mais preciso; 
O seu amor pode ter encontrado outro amor; 
O seu presente pode chegar muito tarde; 
O seu reconhecimento pode não ser recebido com o mesmo entusiasmo!... 
Procure. Vá atrás! Insista! Tente mais uma vez! 
Só o hoje é definitivo! 
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!... 


fonte: 

foto:Lagoa Bonita - Lençóis Maranhenses - Foto: Editora Peixes - Embratur

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Setor Pré-Matrimonial


O Setor Pré-Matrimonial é um dos três setores da estrutura da Pastoral Familiar, conforme proposto pelo Diretório da Pastoral Familiar da CNBB. A preparação para o Matrimonio, no que cabe à Pastoral Familiar, é predominantemente tarefa do setor que pode trabalhar diretamente com a criança a partir de sete ou oito anos de idade, até o casamento. Como existe ligação entre todo o trabalho realizado pela pastoral, é claro que as atividades dos outros setores também influenciam na preparação do matrimônio. 

È importante lembrar que nem toda a preparação para o matrimonio é tarefa da Pastoral Familiar. Na verdade, esta formação é um dever e direito da família. A ação pastoral está sendo necessária porque a família está tendo dificuldades de existir de modo estável e de cumprir esta missão importante. È também oportuno enfatizar que o “Encontro de Noivos” atividade mais difundia da Pastoral Familiar, é apenas um dos eventos/atividades do Setor Pré-Matrimonial. O Setor tem desafios muitos mais amplos. Envolve uma preparação mais remota de danos ao adolescente e ao jovem.

Na “Familiaris Consortio”, que tem décadas desde sua publicação, o Papa João Paulo II já alertava para urgência deste desafio. “A preparação para o matrimônio deve ver-se a atuar-se como um processo gradual e contínuo. Compreende uma preparação remota, outra próxima e uma outra imediata”. (FC66). 

Esta preocupação vai nos desafiar a realizar uma contínua educação para o casamento, entretanto o que ainda predomina na maioria das paróquias é apenas o encontro de noivos.

Texto extraído do Livro Pastoral Familiar – Setor Pré-Matrimonial – Preparação Remota, Próxima e Imediata – CNBB/CNPF/INAPAF





Curso de Noivos

Curso de Noivos da Pastoral Familiar
Paróquia do Sagrado Coração de Jesus do Bequimão
Diretor Espiritual: Frei Luis Henrique (Pároco)
Coordenador Geral: DURANS E HELENA

Equipe do Pilar Pré-Matrimônio

 Membros:
Gerson e Helena
Lisboa e Jaci
André e Vânia 
Antonio e Vera 
Bernardo e Lucivane 
Vera e Antonio
Dagmar
Nogueira e Ilma
Júlio e Joana
 Antonio Carlos e Terezinha
Júlio e Márcia 
Zé e Aridalva 



Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.