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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O que é natal

Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo.
Que é o Natal? Perguntava-me, em silêncio.
Eu, menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos a todas as crianças.

E por que então, eu, que passo a madrugada ao relento nunca vi o trenó voador?
Onde estão os meus presentes? Perguntava-me.
E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso.
Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras.Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão. Mas então por que eu, sentado no meio-fio, não  recebo sequer um sorriso? 
Perguntava-me, com tristeza, e por que a polícia trabalha no Natal?
E eu, menino, entendia que não devia ser assim...
Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus.Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram?
Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente.
Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio,
tanta amargura e sofrimento... E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem.,. Era um belo homem...Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem preto, nem pardo, nem amarelo ou vermelho. 
Era apenas um homem com olhos cor de ternura e urn sorriso em forma de carinho que,
numa voz em tom de afago, saudou-me: Olá, menino!
Oi... respondi, meio tímido.
E, com grande admiração, vi-o acomodar-se a meu lado, na calçada, sob o sol escaldante.
Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia: Que é o Natal?
Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno: Meu aniversário.
Como assim? Perguntei, percebendo que ele estava sozinho.
Por que você não está em casa? Onde estão os seus familiares?
E ele me disse: Esta é a minha família, apontando para aquelas pessoas que andavam apressadas. E eu, menino, não compreendi. Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino. Não conheço você!
-Ele disse. É porque nunca lhe falaram de mim.
Mas eu o conheço. E o amo... Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino.
Você deve estar triste, comentei. Porque está sozinho, justo  no dia   do próprio aniversário...
Neste momento, estou com você - respondeu-me, com um sorriso.    E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma.
A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu.
E conversamos... Eu, menino, e ele.
E ele me falava, e eu O entendia. E eu O sentia. E eu O amava... Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!... E eu, menino, sorri...Quando a madrugada chegou e, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, Ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada.
Abracei-O pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário!
Ele ergueu-me no ar, com Seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me:
Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-os com respeito. Respeite-os com ternura, com carinho e amizade. E tenha um feliz Natal!
E porque eu não queria vê-lo ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-O, levando-O para sempre no mais íntimo do coração...E saí em busca de braços que aceitassem os meus...E eu, menino, nunca mais O vi. Mas fiquei com a certeza de que Ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal...
E eu, menino, sorri... pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa Dele que existe o Natal.

Obs.: Está mensagem não sei quem é o autor, há muito recebi e guardei, hoje remexendo alguns papéis encontrei-a e resolvi publicar, lembro que quando recebi fiquei emocionada com seu conteúdo. Falta menos de quinze(15) dias para o natal e ainda temos muito tempo para fazer alguém feliz, uma criança. Visitando alguns blogs eu vi uma sugestão no da Catequese e Bíblia para irmos a uma agência dos correios e lá escolhêssemos pelo menos um dos pedidos feitos ao Papai Noel pelas crianças. Façamos  isso e alegremos  um coração neste natal!


FELIZ NATAL!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

13 DE DEZEMBRO - DIA DE SANTA LUZIA


Santa Luzia
Protetora dos olhos e da visão

Santa Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa, na Itália, tendo recebido ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe a queria casada com um jovem de distinta família, porém pagão.

Nessa ocasião, sua mãe adoece gravemente e Luzia, que era devota de Santa Águeda, leva sua mãe à tumba da santa. Milagrosamente, sua mãe recupera a saúde e acaba concordando que a filha seguisse a vida que escolhera, consentindo também, que distribuísse seu rico dote entre os pobres.

O noivo rejeitado vingou-se, entregando Luzia como cristã ao procônsul. Este ameaçou Luzia de colocá-la no prostíbulo e sua resposta foi: "O corpo se contamina se a alma consente". Assim sendo, dezenas de soldados tentaram carregá-la, mas o corpo de Luzia pesava muito, nada conseguindo. Contam que enquanto estava presa, arrancaram-lhe os olhos, mas no dia seguinte estavam novamente perfeitos. Por este milagre é que ela é venerada como protetora dos olhos.

Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, foi decapitada em 303, para assim testemunhar com a vida - ou morte - o que disse: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade".

Oração à Santa Luzia

Ó, Santa Luzia,
que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados 
e arrancados antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; 
e Deus, com um milagre extraordinário, 
vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos
 para recompensar vossa virtude e vossa fé, 
e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, 
eu recorro a vós para que protejais minhas vistas
 e cureis a doença dos meus olhos.
Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos 
para que eu possa ver as belezas da criação. 
Conservai também os olhos de minha alma,
 a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, 
compreender os seus ensinamentos, 
reconhecer o seu amor para comigo 
e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós,
 Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e santuário.
Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. 
Amém.

Hino Oficial da Padroeira de Santa Luzia

Ó Virgem Santa Luzia, nossa querida padroeira,
 lá no céu onde estás és a nossa Medianeira.

A tua vida é para nós modelo
nós queremos seguir o teu exemplo
por tua virtude e grande amor
a Ti nós dedicamos este templo.

Olha pra nós os filhos teus
Ó Virgem Mártir que nos dás a luz
Santa Luzia, Virgem Piedosa
manda-nos sempre as bênçãos de Jesus.

Tua candura puro emblema de fé
Virgem querida dá-nos tua proteção
és nosso guia, nossa vida e esperança
a ti ó Mártir, uma eterna devoção.

Fontes: Santos da Igreja Católica

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Imaculada Conceição de Maria

Dia 08/12

O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro nós e que não renunciamos nunca. 

A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma foi definido em 1854 pelo Papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII. 

A festa não existia oficialmente no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia, chamado Beato João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de São Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria, como ínicio do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade. 

Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570 foi confirmada e formalizada pelo Papa Pio V, na publicação do novo ofício e, finalmente, no século XVIII, o Papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade. 

Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se explicitamente com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição". 

Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus misericordioso  Foi Deus que concedeu à Ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina permanecesse incontaminada. 

Maria então foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos. 

Hoje não comemoramos a memória de um Santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a Rainha de todos os Santos, a Mãe de Deus.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fotos do Curso de Noivos

Este são os casais  que participaram do Curso de Prepararam para o Sacramento do Matrimônio.Sete(07) deles fizeram o Encontro de Casais com Cristo, e receberam as bençãos no casamento comunitário que se realizará no próximo dia 02 de dezembro  na nossa Paróquia do Sagrado Coração de Jesus do Bequimão!



















 



















A árvore de Natal

A árvore de Natal sempre aponta para o céu, e sua ramagem perpetuamente verde lembra-nos Aquele que nos concedeu a vida eterna.
A história da festiva árvore começa nas densas florestas da Germânia, no século VIII.
O grande São Bonifácio, bispo e apóstolo daquelas terras, havia então trazido um bom número de tribos pagãs ao rebanho de Jesus Cristo. Mas seu labor não era fácil. Por vezes, os conversos, cuja fé ainda era vacilante, recaíam nos perversos costumes de seus antepassados.

Em certa ocasião, Bonifácio teve de realizar uma longa viagem a Roma, onde fora pedir conselho ao Papa Gregório II. Meses depois, ao retornar à região do Baixo Hesse, com horror surpreendeu alguns nativos que estavam a ponto de realizar um dos holocaustos humanos exigidos pela religião primitiva. Libertando nove meninos que seriam vítimas, o zeloso bispo quis, então, dar um público testemunho de quão impotentes eram os falsos deuses diante do Cordeiro de Deus.
Mandou abater o enorme carvalho de Thor, sob o qual se realizaria o sangrento sacrifício. Os sacerdotes pagãos o ameaçaram de ser fulminado pelos raios do deus do trovão. No entanto, derrubada a árvore, nada aconteceu, para humilhação dos gentios.

Os relapsos se arrependeram, então, e muitos idólatras pediram o sacramento do batismo. A queda da árvore de Thor representou a queda do paganismo naquelas regiões.

Os germanos, já então pacificados e convertidos, adotaram o pinheirinho como um símbolo cristão. Ele sempre aponta para o céu, e sua ramagem eternamente verde lembra-nos Aquele que nos concedeu a vida eterna. Sob seus galhos já não há ofertas cruéis, mas sim os presentes em honra de Cristo recém-nascido.

Anos e anos mais tarde, a árvore de Natal transpôs as fronteiras da Alemanha. Nos séculos XVIII e XIX, tornou-se comum entre a nobreza européia, alcançando as cortes da Áustria, França e Inglaterra, até a longínqua Rússia. Dos palácios difundiu-se pelo povo da Europa e, por fim, nos dias de hoje, a encontramos espalhada por todo o orbe.

No centro da cristandade, em plena Praça de São Pedro, todos os anos, é erguida uma árvore de grandes proporções, elegantemente ornada, segundo é próprio à dignidade do local. Tocado pela sua beleza e simbolismo, o saudoso Papa Beato João Paulo II a ela se referiu, em dezembro de 2004:

"A festa do Natal, talvez a mais querida à tradição popular, é extremamente rica de símbolos, ligados às diferentes culturas. Entre todos, o mais importante é, sem dúvida, o presépio [...].

Ao lado deste, como nesta Praça de São Pedro, encontramos a tradicional ‘árvore de Natal'. Também esta é uma antiga tradição, que exalta o valor da vida porque na estação invernal, a árvore sempre verde se torna um sinal da vida que não perece. Geralmente, na árvore adornada e aos pés da mesma são colocados os dons de Natal.

Assim, o símbolo torna-se eloqüente também em sentido tipicamente cristão: evoca à mente a ‘árvore da vida' (cf. Gn 2, 9), figura de Cristo, supremo dom de Deus à humanidade.

Por conseguinte, a mensagem da árvore de Natal é que a vida permanece ‘sempre verde', se ela se torna dom: não tanto de coisas materiais, mas de si mesmo: na amizade e no carinho sincero, na ajuda fraterna e no perdão, no tempo compartilhado e na escuta recíproca. Que Maria nos ajude a viver o Natal como uma ocasião para saborear a alegria de nos doarmos a nós mesmos aos irmãos, especialmente aos mais necessitados". (Beato João Paulo II, Ângelus, 19/12/2004)
(Revista Arautos do Evangelho, Dez/2007, n. 72)



sábado, 26 de novembro de 2011

Divulgação

Curso de Férias para Crianças!

Vem aí um curso de Férias para as Crianças!

Muitas paróquias (como a minha) estarão de recesso durante esse período de férias escolares... O que é uma pena!   Mas enquanto as catequistas recarregam as baterias e as crianças descansam de seus compromissos, vamos manter o clima de alegria e oração?

O curso será voltado para as crianças, mas a catequista que desejar pode fazer para repassar para as crianças que não tem acesso a internet.

Para se inscrever basta deixar um comentário com:
Nome - Paróquia - Cidade e Estado.

A frequência no curso será contada através dos comentários feito em cada atividade postada, ao todo serão 5 atividades. 

Quem se inscrever e comentar todas as atividades receberá um lindo certificado e um brinde especial!

Quem puder ajudar na divulgação agradeço!

Paz de Cristo!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O que é Natal?


Se você quiser conhecer o “segredo do Natal” é preciso recorrer à liturgia da Igreja. 
Então descobrirá que:

NATAL É UM ANIVERSÁRIO: É o aniversário do nascimento de Jesus Cristo. Acontecimento que domina a história.

NATAL É A REALIZAÇÃO DE UMA PROMESSA: Durante dois mil anos o povo judeu esperou o nascimento do Salvador, que nasceria de sua raça, segundo a promessa de Deus.

NATAL É UM RAIO DA ETERNIDADE: É o nascimento de um homem que antes é Deus.Ele veio à terra para nos levar ao Céu. Ele se fez Filho dos Homens para que nos tornássemos filhos de Deus.

NATAL É DEUS CONOSCO: Festejando o Natal, volvemos os olhos, não apenas para o passado, relembrando o dia em que Cristo nasceu em Belém, mas alegramo-nos porque o Cristo está presente no meio de nós.

NATAL É UM MISTÉRIO EM MARCHA: O Salvador está conosco, mas a salvação do mundo continua. As penas, os lutos não acabaram. Mas nós, festejamos o dia em que Cristo virá, em triunfo.

Fonte: Jornal Lar Católico – Nº 53

Triunfo do Coração de Jesus


N 29 – Outubro – Dezembro/ 2001

Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.