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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Orando com Jardim da Boa Nova


O blog da Kesia Lima fez 1 aninho de muita Evangelização, e para comemorar fez esta corrente de oração, postar o selinho e orar por cinco blog amigos. Eu  estou orando por:


 BLOG CAMINHO DA FÉ  Rosemary de Marqui Correia Filha

BLOG BLOG CATEQUESE ALTO TAQUIRI  Catequese Alto Taquari

BLOG CATEQUESE EUCARÍSTICA  Denyse Cristina


Padroeiro dos coroinhas - São Tarcísio

SÃO TARCÍSIO


Tarcísio pertencia à comunidade cristã de Roma, era acólito, isto é, coroinha na igreja. No decorrer da terrível perseguição do imperador Valeriano, muitos cristãos estavam sendo presos e condenados à morte. Nas tristes prisões à espera do martírio, os cristãos desejavam ardentemente poder fortalecer-se com Cristo Eucarístico. O difícil era conseguir entrar nas cadeias para levar a comunhão.

Nas vésperas de numerosas execuções de mártires, o Papa Sisto II não sabia como levar o Pão dos Fortes à cadeia. Foi então que o acólito Tarcísio, com cerca de 12 anos de idade, ofereceu-se dizendo estar pronto para esta piedosa tarefa. Relativamente ao perigo, Tarcísio afirmava que se sentia forte, disposto antes morrer que entregar as Sagradas Hóstias aos pagãos.

Comovido com esta coragem, o papa entregou numa caixinha de prata as Hóstias que deviam servir como conforto aos próximos mártires. Mas, passando Tarcísio pela via Ápia, uns rapazes notaram seu estranho comportamento e começaram a indagar o que trazia, já suspeitando de algum segredo dos cristãos. Ele, porém, negou-se a responder, negou terminantemente. Bateram nele e o apedrejaram. Depois de morto, revistaram-lhe o corpo, nada achando com referência ao Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, ocultamente cristão, que o levou às catacumbas, onde recebeu honorifica sepultura.

Ainda se conservam nas catacumbas de São Calisto inscrições e restos arqueológicos que atestavam a veneração que Tarcísio granjeou na Igreja Romana. Tarcísio foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos, que servem ao altar. Mais uma vez encontramos a importância da Eucaristia na vida do cristão e vemos que os santos existem não para serem adorados, mas para nos lembrar que eles também tiveram fé em Deus. Eles são um exemplo de fé e esperança que deve permanecer sempre com as pessoas. Então, a exemplo de São Tarcísio, estejamos sempre dispostos a ajudar, a servir. Se cada um fizer a sua parte realmente nos tornaremos um só em Cristo.

São Tarcísio, rogai por nós!


Para colorir:

DIA DE SÃO TARCÍSIO - 15 DE AGOSTO

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Assunção de Nossa Senhora

15 de agosto

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu o Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se "Dormição", porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de "Assunção de Nossa Senhora ao Céu", isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte. 

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos. 

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!


São Maximiliano Maria Kolbe



Nascido no dia 8 de Janeiro de 1894 em Zduńska WolaPolônia, morreu em 14 de Agosto de 1941 com 47 anos, no campo de concentração de Auschwitz na Polônia. É venerado pela Igreja Católica, e Igreja Luterana, foi Beatificado em 17 de outubro de 1971, na Basílica de S. Pedro,  pelo Papa Paulo VI e canonizado no dia 10 de outubro de 1982 em Roma pelo Papa João Paulo II, principal templo Basílica da Imaculada Mediatriz da Graça em  NiepokalanówPolônia, festa litúrgica celebrada no 14 de Agosto, padroeiro dos  que trabalham com eletricidade, toxico dependentes, família, rádio amador e esperantistas.
Franciscano desde 1907, fundou em 16 de Outubro de 1917 a Milícia da Imaculada, associação destinada ao apostolado católico e mariano, que tem como ideal: "Conquistar o mundo inteiro a Cristo através da Imaculada". A consagração a Nossa Senhora foi um dos meios para tornar isso concreto, acreditando na humanidade, na oração e auxílio da mãe de Jesus Cristo. 



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Cartaz e subsídio para o DNJ 2012


O cartaz oficial e o subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foram lançados nesta quarta-feira (1). O tema do DNJ deste ano é "Juventude e Vida" e o lema "Que vida vale a pena ser vivida?".

O cartaz deste ano foi escolhido pelos membros da Coordenação Nacional de Pastoral Juvenil formada por jovens de pastorais, movimentos, congregações e novas comunidades que atuam com a juventude. O subsídio para a vivência do DNJ foi elaborado por esse grupo.

Segundo o assessor nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB padre Antônio Ramos do Prado (padre Toninho), a construção do subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foi feita a partir do aprofundamento do estudo sobre a realidade juvenil e à luz da Campanha da Fraternidade de 2013, fundamentados no texto bíblico de João 10,10: “Eu vim para que todos tenham vida”.

"Esse cartaz feito pelo Chiquinho [D'almeida, vencedor do concurso] manifestou com mais propriedade o tema e lema do DNJ porque focou os sinais da vida da juventude do Brasil", disse. Para padre Toninho, a idéia do jovem pintando os sinais de vida no Brasil manifesta o protagonismo juvenil dentro e fora da Igreja. "Parabéns ao autor que se colocou à disposição para fazer os ajustes necessários", afirmou o assessor nacional da Comissão para a Juventude.

A demora em publicar o cartaz vencedor ocorreu porque precisaram ser feitos alguns ajustes na arte, segundo padre Toninho.

Clique aqui para baixar:
>>> Cartaz DNJ 2012 (PDF)

>>> Subsídio DNJ 2012 (colorido)

>>> Subsídio DNJ 2012 (preto e branco)

Fonte:

Vocação: história do encontro com Cristo



Estamos vivendo o Mês Vocacional, quando somos convidados a refletir sobre nossa vocação e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. Para muitos, vocação significa inclinação, tendência, talento, qualidade inata que conduz uma pessoa para uma determinada profissão ou um determinado trabalho. Essa compreensão não ajuda muito na autêntica compreensão da vocação como ela é na dimensão religiosa. É necessário, pois, compreender a palavra vocação com maior precisão, quando se refere à dimensão religiosa.

Vocação no sentido mais preciso, como fenômeno da dimensão religiosa, não é inclinação, nem tendência, nem talento, nem propriamente dom para uma profissão. É, em primeiro lugar,decidida e simplesmente, um chamamento vindo diretamente para nós, endereçada a nós a partir de Jesus Cristo, que nos convoca para o discipulado do seguimento. Significa, portanto, que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem do Deus de Jesus Cristo, a quem seguimos no total empenho de discípulo. Portanto vocação é um chamado que vem do alto. Quem puder entender entenda, quem tem ouvidos ouça!

Às vezes perguntamos: Para que serve a vocação religiosa? Em sintonia com o nosso tempo, pergunta-se pela utilidade da vocação. É a primeira pergunta e também a mais superficial. Não é difícil achar “utilidades” para a vocação religiosa! Diz-se que ela não tem sentido em si, só tem sentido se favorece o engajamento em trabalhos pastorais e sociais ou se ela for suporte da vida pastoral-social como um “abastecer-se para” ou se conduzir para a união íntima com Deus. A vocação, porém, não “serve” para nada. Ela tem sentido em si, a partir de si. Ela é a história do nosso encontro com Jesus Cristo, história que nós próprios somos. É a história da presença de Jesus Cristo em nós.

Outras vezes perguntamos: Será que tenho vocação? Quem me garante que tenho vocação? Quem me garante que Deus me escolheu? Buscamos alguma certeza para nos tranquilizar. Essas perguntas surgem porque se infiltrou na dimensão da fé uma maneira de pensar em que a experiência do anterior não é importante e deixou de ser uma evidência. Para outras experiências humanas de fundo não precisamos fazer toda essa “pesquisa”, elas já são uma evidência. Quem tem um bom relacionamento com os pais não precisa averiguar se os pais o amam... 

Vocação é a experiência de uma realidade anterior a nós, que não precisa ser averiguada. Se estamos perguntando é porque Alguém nos amou primeiro e nos chamou. Portanto não somos nós que temos vocação, é a vocação que nos tem!

Perguntamos ainda: Por que somos vocacionados? O que provocou nossa atual situação de sermos vocacionados? Vocação nesse sentido é o destino atual da nossa vida. Perguntamos, portanto, pela causa que determinou o atual estado da nossa vida. Na busca pelo motivo, surgem diversas respostas que nos deixam atrapalhados: o motivo foram nossos pais, nosso vigário, um missionário, um professor, a influência de um amigo, a ambição de nos promover, uma crise religiosa, uma visita ao seminário, o fato de termos nascido numa família tradicionalmente cristã, a leitura da biografia de um santo, o desejo de usar vestes litúrgicas tão estranhas aos nossos olhos de criança... Muitas vezes esses motivos são tão banais e acidentais que nem sequer deles nos recordamos. Buscar a causa da nossa vocação não tem sentido, pois essa busca é a tentativa de assegurar a própria situação a partir dela e não a partir da gratuidade do envio de Deus.

A vocação é uma evidência vital que aos poucos e sempre mais vai tomando conta da nossa vida como dom de Deus, que ama primeiro, e como conquista de nosso empenho de discípulos. É dom de Deus porque na existência cristã tudo, desde o início, é a história da aventura do encontro com Deus, na urgência de, em cada passo da caminhada, ter que conquistar o significado da nossa vida. Vocação é uma estrutura processual, na qual cada passo nasce do outro numa implicação de progressão que não é simplesmente evolução, mas a constituição, a criação do rumo da vida como uma “experiência originária”. 

A vocação é uma disposição que, conduzida por Deus, torna a vida “com-vocada”. É conquista do discípulo porque tudo o que acontece, os fatos mais banais podem ser a clareira que “e-voca”, ecoa a vocação vinda de Deus. Evocação que jamais é “certeza” do saber de dominação, mas que dá a disposição de ausculta, de acolhida, o ouvido atento que percebe o sentido concrescente da provocação de Deus. Por isso aquele que responde a esse chamado toma muito a sério sua situação concreta de ser um “vocacionado”.

Por: Dom Fernando Mason 
Bispo Diocesano de Piracicaba

fonte

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

LARA VITÓRIA - HISTÓRIA DE UMA GUERREIRINHA!

Hoje abrindo meus e-mails deparei-me com um enviado por um jovem amigo aqui da paróquia( Ulisses), que me chamou atenção por ser uma HISTÓRIA de vida real, de amor e de fé, aquela que não se pode deixar passar despercebida, muito menos deixar de partilhar: Conheço Letícia desde que ela era criança morando no mesmo bairro que eu, e próxima de minha casa, sua história apesar de sofrida, nos mostra a garra e esperança de uma mãe, de um pai e toda uma família que acredita na força de um Deus que nos ama e nos quer feliz e nos faz vencedores. O sim de Letícia a sua filha, é o sim de uma jovem que encontrou sua vocação e se entregou na luta pela sobrevivência de sua filha. Peçamos a Deus por Lara Vitória para que Ele lhe dê saúde, e a seus pais forças e perseverança. Conheçam aqui a história de Lara Vitória que a cada dia vai vencendo as adversidades que vida lhe apresenta:


Uma florzinha chamada Lara Vitória



Quinta-feira, semana se encaminhando pro final... nada melhor do que uma história real para renovar as esperanças, né?

Se emocionem com a história da Lara Vitória, filha da Letícia Martins. Apesar de todas as adversidades que o nascimento prematuro com apenas 24 semanas lhe apresentou, a pequena está aí hoje, linda, feliz e saudável. Lê, querida, novamente OBRIGADA por compartilhar esse lindo relato. A Lara é uma bênção mesmo. E amei a foto do "pai canguru"... que paizão, hein? Um grande beijo pra vocês!!!

"Minha gravidez foi de alto risco. Passei internada 2 meses, tive pré-eclâmpsia, pressão alta, resistência nas artérias, cólica, ameaça de aborto... Tive que tomar hormônio, passei por muita situação ruim.

Minha bebê estava em sofrimento fetal. Escutei dos médicos que ela não ia sobreviver, mas tive - e tenho- fé que o impossível o Senhor faz. Ela surpreendia os médicos porque a ultra dizia uma coisa e ela reagia de outra maneira... Mas Deus é maior que qualquer ultrasom, medicina, médico, máquina e homem! Várias vezes fui mandada para o centro cirúrgico, mas como sou enfermeira e fazia acompanhamnto com uma médica excelente, não deixava tirá-la porque sabia que a sua chance de sobrevivência seria mínima, que se ficasse na minha barriga, mesmo correndo riscos, teria mais chance.


Com o tempo passando, a situação foi invertendo. Tinha consciência que o risco era grande dela nascer e não sobreviver, mas o pior nesse momento seria deixá-la na barriga, já que nesse caso o risco era maior. Detalhe: já vinha passando por uma depressão e estava desnutrida. Mas acreditava, e acredito, no Senhor.
Chegado o grande, dia 22 de março de 2011, às 14h25min, fui mandada para o centro obstétrico (C.O.). Tremi ainda mais quando o médico disse que ela era "peso de aborto", que não garantia nada, que ia fazer meu parto por fazer, e que de 10 casos, apenas 2 sobreviviam. Mais uma vez o homem querendo ser mais que Deus. Pois é... mas com 665 gramas e 31 cm, veio ao mundo, abençoada pelo Senhor: Lara Vitória!!!

Terminava a nossa 1a batalha e iniciava a 2a: vida de mãe de UTI não é fácil. Os bebês estão ali instáveis e a qualquer momento podem piorar. Tive muitos sustos, até porque ela sempre foi ativa, arrancava tubos, sondas, teve artrite, infecções graves, parada, demorou a se alimentar, se extubava e o monitor que disparava dessaturando... Credo, é horrível!!! E ganhava só graminha por graminha...
Mas continuei acreditando no Senhor e nas pessoas que estavam ali fazendo o que podiam. Com 3 meses, graças a Deus, começou a mamar. Apesar da realidade de uma mãe de UTI ser outra, Deus foi tão maravilhoso com a gente pois tive tanto leite que até doei para as outras crianças. E no dia 01/07/11, a Lara recebeu alta!!! Me senti a mãe mais realizada do mundo!!!
Terminava a 2a batalha e se iniciava a 3a, aqui fora, com refluxo, intolerância, dificuldade de ganhar peso, problemas que qualquer bebê pode ter independente de ser prematuro ou não. Apesar do médico obstetra dizer que ela poderia ficar com sequela neurológica, cardiológica ou respiratória (o que não aconteceu), a luta continua. Tem uma cirurgia pra fazer e esse problema de peso, que me deixava deprimida, me fez entender que é preciso ter paciência.
Graças a Deus ela já engatinha, já quer andar, fala "mama", "papa", "neném", "tia", dá "xau", belisca, bate, morde, puxa cabelo, bate palminhas... é uma guerrerinha!!!
A luta continua, mas continuo acreditando no Senhor. Hoje ela faz acompanhamento com ortopedista devido à artrite, com oftalmologista, devido ao estrabismo, com a gastro devido ao refluxo e à intolerância e faz follow-up com fono, fisio, terapeuta ocupacional, pediatra e enfermeira.
A luta continua, mas quero agradecer à Deus, à minha família, ao pai dela e sua família, e a todos os funcionários da maternidade que contribuíram para isso.

Letícia, mãe da Lara Vitória.

Ah, gente, ótimas notícias de última hora: a Larinha fez a cirurgia que precisava (nos olhinhos) há cerca de 1 semana e passa muito bem, obrigada!!! :o) 

Quer ler mais histórias reais? Então clique aqui!

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Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Ó coração Imaculado de Maria, repleto de bondade, mostrai-nos o vosso amor. A chama do vosso Coração, ó Maria, desça sobre todos os homens! Nós vos amamos infinitamente! Imprimi no nosso coração o verdadeiro amor, para que sintamos o desejo de Vos buscar incessantemente. Ó Maria, vós que tendes um Coração suave e humilde, lembrai-vos de nós quando cairmos no pecado. Vós sabeis que todos os homens pecam. Concedei que, por meio do vosso materno e Imaculado Coração, sejam curados de toda doença espiritual. Fazei que possamos sempre contemplar a bondade do vosso materno Coração e convertamo-nos por meio da chama do vosso Coração. Amém.